4 mitos e verdades sobre absorvente íntimo

As mulheres costumam ter dúvidas em relação a qual tipo de absorvente íntimo dar preferência. Pensando nisso, confira o tira-dúvidas e aproveite!

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Não é difícil encontrar mulheres que tenham dúvidas sobre o uso de absorvente íntimo. FOTO Reprodução

por Redação Alto Astral
Publicado em 10/07/2017 às 13:36
Atualizado às 12:19

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A menstruação, para a maioria das mulheres, é uma realidade mensal. Apesar de ser algo comum, é bem provável que existam algumas dúvidas sobre esse universo. Afinal, basta visitar a prateleira de supermercados e farmácias para ver uma infinidade de absorventes e protetores diários, com variados tamanhos, formatos e materiais. Então, como escolher o seu? Pensando nisso, o diretor de engajamento científico da Johnson & Johnson, José Pelino, responde alguns mitos e verdades sobre absorvente íntimo. Vem conferir!

1. Qual é a diferença entre protetor diário e absorvente íntimo?

O absorvente íntimo possui uma película protetora desenvolvida especificamente para reter o fluxo menstrual. Os protetores diários, por sua vez, apresentam basicamente dois tipos: produtos com película protetora para retenção de pequenos fluxos, tais como comecinho e finalzinho da mestruação; e protetores com material microporoso respirável, para uso diário, que permitem a absorção da transpiração diária da área íntima e a circulação de ar na região.

O absorvente íntimo pode ser encontrado em diferentes tipos, formatos e finalidades.

O absorvente íntimo pode ser encontrado em diferentes tipos, formatos e finalidades. FOTO Reprodução

2. O uso do absorvente interno pode tirar a virgindade?

Não. O hímen tem diâmetro suficiente tanto para a colocação quanto para a retirada do tampão. Além disso, ele se distende suficientemente durante tais manobras e, por isso, é muito improvável que seja rompido pelo absorvente interno.

3. Qual o ciclo correto de troca do absorvente externo?

Nos primeiros dias da menstruação o fluxo costuma ser mais intenso logo, a troca deve ser feita mais vezes, uma boa média é a cada três ou quatro horas. Depois, conforme o fluxo for diminuindo, é possível realizar somente quatro trocas diárias. O número de trocas varia de mulher para mulher, de acordo com o fluxo e com a necessidade e exigência pessoal. Para não errar, o conselho é: o absorvente deve ser trocado sempre que a mulher se sentir desconfortável com ele.

4. Dói para colocar absorvente interno?

Não dói. Quando colocado de maneira adequada, não se sente incômodo algum. Se a mulher não tem o hábito de usar este tipo de absorvente íntimo, comece escolhendo um menor e treine a colocação lentamente, procurando manter-se bem relaxada. Sempre que sentir necessidade, recomendamos que peça ajuda ao seu ginecologista. O ideal é que a troca seja realizada a cada 8h, de acordo com as instruções contidas na embalagem.

Consultoria José Pelino, diretor de engajamento científico da Johnson & Johnson

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