ESTILO DE VIDA

10 sintomas que podem indicar Alzheimer

Conheça os principais sintomas do Alzheimer: a tão preocupante doença neurodegenerativa de causa desconhecida

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FOTO: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 02/09/2016 às 16:25
Atualizado às 20:58

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Geralmente, para saber se o paciente é portador do Alzheimer ou não, a equipe responsável pelo tratamento tende a realizar diversos exames para excluir possíveis doenças que possam estar afetando a memória. Só depois dessas exclusões é que torna-se possível determinar o problema, já que ainda não existe um exame especificamente para essa questão. Segundo o neurologista Leandro Teles, os 10 sintomas a seguir são os mais comuns entre os portadores de Alzheimer:

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FOTO: Shutterstock

1. Frequência alta de esquecimentos

2. Esquecimento de coisas importantes como: pagar contas, deixar o fogão acesso e trancar a casa…

3. Mudar de ambiente e esquecer o que foi fazer no outro cômodo

4. Medo dos familiares deixarem o paciente sozinho (perda da confiabilidade e da independência)

5. Outras dificuldades associadas (dificuldade de fazer contas, em gerir as próprias finanças ou compreender programas de televisão, por exemplo)

6. Paciente repetitivo, perguntando sempre as mesmas coisas, mesmo que já tenham sido adequadamente respondidas

7. Recordação recorrente de fatos do passado, fora de contexto

8. Paciente que se perde com facilidade em locais conhecidos

9.Períodos de confusão mental quando contrai alguma infecção

10. Troca recorrente de nomes e membros da família.

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O que fazer para prevenir

Cuidar do cérebro por toda a vida é um fator primordial para afastar os riscos de desenvolver Alzheimer. Isso porque pessoas que nem têm histórico familiar e nem estiveram expostas excessivamente à substâncias nocivas também podem sofrer com o quadro.

Prevenir a doença significa, como um todo, aderir a hábitos saudáveis desde sempre: usufruir do melhor que a alimentação tem a oferecer, dar adeus ao sedentarismo e, é claro, manter a saúde da mente sempre estável. “É preciso muito cuidado, pois a doença pode acometer pessoas sem qualquer histórico familiar, como também poupar muitas com fortes tendências e mais preocupantes. Essa característica é típica de doenças com predisposição gerada por múltiplos genes e que dependem da interação desses genes com desencadeantes ambientais”, finaliza Teles.

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Como tratar

Como não existe uma cura para a doença, o tratamento do Alzheimer engloba o uso de medicamentos e a utilização de técnicas como fisioterapia ou as conhecidas como alternativas, como a musicoterapia. Assim, esses métodos visam – basicamente -, cada um com suas particularidades, o alívio dos sintomas cognitivos (como atenção, memória e raciocínio) e comportamentais e a garantia do bem-estar do paciente.

Texto Paula Santana

Consultoria Leandro Teles, neurologista