ENTRETENIMENTO

Qual a relação da política “café-com-leite” com a Maçonaria?

A eleição de Júlio Prestes, candidato paulista à Presidência, colocou fim à política café-com-leite. Mas você conhece a relação da Maçonaria com o evento?

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FOTO: Divulgação

por Redação Alto Astral
Publicado em 10/08/2016 às 18:16
Atualizado às 17:36

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Júlio Prestes foi o último presidente do Brasil na República Velha. O político foi eleito pelo voto popular, contudo, sua posse foi impedida – pois colocaria fim a política do “café-com-leite” -, o que reforçou as especulações de que o poder estaria diretamente atrelado aos maçons. Mas você sabe o motivo dessa desconfiança?

Júlio Prestes fim política café-com-leite maçonaria

FOTO: Divulgação

Em 1929, o presidente e maçom Washington Luís, do Partido Republicano Paulista (PRP), que sucedera o maçom Artur Bernardes (mineiro), lançou a candidatura de Júlio Prestes – que não era um membro da organização – para sua sucessão.

No entanto, segundo a política do “café-com-leite”, Washington Luís deveria ter escolhido um político mineiro como um candidato nas eleições seguintes. Assim, a manobra rompia com o trato feito com o Partido Republicano Mineiro (PRM), segundo o qual, depois de um paulista na Presidência da República, um mineiro deveria assumir o cargo.

Desse modo, Júlio Prestes foi impedido de assumir o cargo. Já pensou o que seria da Maçonaria, na época, sem um membro na Presidência ou em um cargo político importante?

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Texto: Redação Edição: Érica Aguiar Arte: Guilherme Laurente