Papa Francisco: a história do santo que deu o seu nome

Conheça a bonita história de São Francisco de Assis, santo homenageado pelo Papa Francisco em seu nome e que possui uma trajetória de ajuda aos pobres

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Foto: Giulio Napolitano / Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 31/10/2016 às 14:28
Atualizado às 18:47

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Usado pela primeira vez na história do papado, o nome Papa Francisco se refere a dois importantes santos da Igreja Católica. São Francisco de Assis, pai de todos os franciscanos, teve sua vida marcada pelo abandono ao apego material e pela humildade. “Devemos ser simples, humildes e puros” – a frase atribuída ao santo é a que melhor define seu discurso e suas ações. Já São Francisco Xavier, um dos primeiros da Ordem Jesuíta – a qual Jorge Mario Bergoglio também pertence – foi um notável evangelizador.

Papa Francisco: a história do santo que deu o seu nome

FOTO: Giulio Napolitano / Shutterstock.com

Por que nunca houve um Papa Francisco?

É de se estranhar que um dos santos mais populares do mundo, São Francisco de Assis, ainda não tivesse sido homenageado por nenhum papa. Mas a ausência da lembrança não chega a ser esquecimento. Foi o Papa Paulo VI, no fim dos anos 1960, quem afirmou que nunca haveria um papa com o nome de Francisco, já que isso significaria uma Igreja Católica liderada por um pontífice que destruiria as regras criadas pela religião e mantidas pelo Vaticano para seguir apenas as palavras da Bíblia. Bergoglio não se deixou intimidar pelas palavras de seu antigo predecessor e, mesmo compreendendo bem a carga simbólica que o nome carrega, não só o adotou, como também o incorporou à sua filosofia de vida.

Simplesmente, Jorge!

Após Jorge Mario Bergoglio ter sido escolhido papa, muitos de seus antigos amigos de Buenos Aires ficaram desconcertados ao tentar escolher os pronomes de tratamento adequados para lhe dirigirem a palavra. “Me chame de Jorge, como sempre”, ele repetia para cada um deles. O mesmo fez em ocasiões formais: o termo Sua Santidade, forma como os papas são comumente tratados pelas demais pessoas, foi rapidamente aposentado por Francisco. No lugar, preferiu apenas Bispo de Roma, e, para os cardeais, trocou o “senhores” por apenas irmãos.

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Texto: Natália Ortega – Edição: Victor Santos