As melhores imagens de natureza selvagem em 2016

O Museu de História Natural de Londres separou as melhores fotos do meio ambiente de 2016 na nova edição do prêmio Wildlife Photographer of the Year

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FOTO: Divulgação

por Redação Alto Astral
Publicado em 02/09/2016 às 12:26
Atualizado às 14:59

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O prêmio de fotografia que escolhe as melhores imagens da natureza da atualidade (Wildlife Photographer of the Year 2016) já tem as suas favoritas. O concurso existe a mais de meio século, e é produzido pelo Museu deHistória Natural de Londres (Natural History Museum).

São vinte categorias que exploram a diversidade da vida e o delirante comportamento dos animais espalhados pelo mundo. As fotos vencedoras serão exibidas em uma exposição especial do museu e, posteriormente, partem para uma turnê mundial.

O presidente do júri, Lewis Blackwell, disse em entrevista que sente-se privilegiado em ajudar a liderar a competição que realmente reverencia a vida selvagem e destaca questões relevantes. Além de evidenciar que é importante incentivar fotógrafos de todos os lugares do mundo, de todas as idades, desde grandes profissionais até amadores aspirantes.

Confira agora uma prévia dos finalistas de 2016!

Vizinho curioso,  Sam Hobson

Raposa Wildlife Photographer of the Year 2016

FOTO: Divulgação

O fotógrafo sabia exatamente o que estava esperando quando ele posicionou sua câmera durante a noite em uma parede, em Bristol, famosa cidade da raposa do Reino Unido. Ele queria capturar a natureza curiosa da raposa vermelha urbana de uma maneira que iria despertar a atenção de seus vizinhos humanos sobre a vida selvagem ao redor deles.

Enxame sob as estrelas, Imre Potyó

Insetos na noite

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O enxame de mayflies sobre o Rio Rabá, na Hungria, durante à noite chamou a atenção do fotógrafo Imre que, maravilhado com o espetáculo, resolveu eternizá-lo. Todo ano, no final de julho ou início de agosto, um grande número dos insetos adultos emergem do afluente do Danúbio, onde se desenvolveram como larvas, desfilando pelo céu com suas asas transparentes.

Relíquia de Ouro, Dhyey Shah

Macaco Pássaro Wildlife Photographer of the Year 2016

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Vivendo no alto das árvores, essa espécie de macacos dourados ameaçados de extinção, são difíceis de observar. Mas na pequena ilha artificial de Umananda, no Rio Brahmaputra, de Assam, você tem uma grande chance de cruzar com um. Base de um templo dedicado ao deus hindu Shiva, a ilha é igualmente conhecida por essa criatura curiosa. Momentos antes de sair do barco, Dhyey observou os pêlos de ouro do macaco no alto de uma árvore e não perdeu a oportunidade de fotografá-lo.

Atirando ao ar, Willem Kruger

pássaro com inseto Wildlife Photographer of the Year 2016

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Usando a ponta de seu enorme bico como pinça para buscar os pequenos cupins, o hornbill ia apertá-lo no ar e, em seguida, engolí-lo. A foto foi registrada no semi-árido Parque Transfronteiriço Kgalagadi, da África do Sul. O Tockus leucomelas escavou tão profundamente para capturar a presa que entrou 6 metros (19 pés) dentro da terra de onde o fotógrafo Willem ficou observando.

Alta explosão, Alexandre Hec

Lava - Kilauea na Ilha Grande do Havaí

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Quando o rio de lava doKilauea, na Ilha Grande do Havaí, entra paulatinamente em contato com o oceano, a vista torna-se espetacular. Kilauea, que significa “vomitar”, é um dos vulcões mais ativos do mundo, em constante erupção desde 1983. Quando a lava incandescente que chega a mais de 1,000˚C ( 1,832˚F ) corre para o mar, grandes nuvens de vapor sobem, produzindo névoa ou chuva ácida salgada.

O cardo e o pássaro, Isaac Aylward

Pássaro Wildlife Photographer of the Year 2016

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Isaac pensou estrategicamente em como produzir essa foto. Com o mar de flores roxas, cardo, por trás, a coloração avermelhada da plumagem do Linnet ganha destaque. Ele observou o pequeno pássaro durante uma caminhada nas montanhas de Rila, da Bulgária. O animal estava se alimentando das flores ainda em amadurecimento.

O peixe que some, Iago Leonardo

Peixe Lookdown

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No mar aberto, não há nenhum lugar para se esconder, mas o peixe lookdown (nome que provavelmente recebeu pelo formato íngreme de sua cabeça, com boca de inserção baixa e olhos grandes e altos) é um mestre da camuflagem. Pesquisas recentes sugerem que ele usa plaquetas especiais em suas células da pele para refletir a luz polarizada (movimento da luz em um único plano), tornando-se quase invisível aos predadores e presas em potencial.

Jogando Pangolim, Lance Van De Vyver

Tatu e leões

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Os leões em Tswalu Kalahari, reserva na África do Sul, tinha descoberto um pangolin (espécie de tatu) no chão. Este mamífero comedor de formigas se enrola em uma bola quase inexpugnável quando ameaçado. Lance estava seguindo o felino quando registrou o momento.

Dividindo a presa, Audun Rikardsen

Orca - Wildlife Photographer of the Year 2016

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Às vezes os barcos de pesca seguem Orcas e Jubartes na esperança de localizar os cardumes que migram para as águas norueguesas do Ártico. Mas, em alguns casos, as baleias também começam a seguir os barcos. Na imagem, uma orca macho se alimenta dos peixes que estão tentando fugir da rede de pesca. A espécie aprendeu o som que este tipo de barco faz quando dá marcha e começou a perseguí-lo.

Precisão, Mario Cea

Morcego Wildlife Photographer of the Year 2016

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Todas as noites, cerca de 30 morcegos da espécie pipistrelle emergem de seu poleiro para caçar em uma casa abandonada, em Salamanca, Espanha. Cada um tem um apetite para até 3.000 insetos por dia. Seu voo é rápido, já que sintoniza a sua orientação com a ecolocalização para detectar objetos no escuro, como o vidro quebrado da foto.

Namoro coletivo, Scott Portelli

Scott Portelli

FOTO: Divulgação

Milhares de polvos e lulas gigante se reúnem a cada inverno, em águas rasas da Alta Spencer Golfo, da Austrália do Sul, para a sua desova uma vez por vida. Machos competem por territórios que têm as melhores fendas para oviposição e, em seguida, atraem as fêmeas com alterações de cor da pele, textura e padrão.

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Texto: Vítor Ferreira

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