ENTRETENIMENTO

GNT estreia a série “Liberdade de Gênero” que aborda a transexualidade

O GNT estreou a série Liberdade de Gênero que conta a história de 14 personagens que redescobriram a si mesmos e os desafios diários. Saiba mais!

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João Jardim e Mandy série Liberdade de Gênero GNT

por Redação Alto Astral
Publicado em 20/10/2016 às 12:37
Atualizado às 14:45

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Dirigida por João Jardim, a série documental “Liberdade de Gênero estreou ontem (19 de outubro), às 21h30, no GNT. Com 10 episódios repletos de histórias de amor, alegria e coragem, a série conta histórias de 14 pessoas que não se identificam com o gênero do nascimento. Saiba mais!

Um vídeo publicado por Canal GNT (@canalgnt) em

Afeto e redescoberta de um novo “eu”

Os 14 personagens vem do Ceará, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo e, compartilham suas experiências na trajetória para redescobrir a si mesmos. Com força e coragem eles se voltaram contra um padrão normativo que os oprimia. Para mostrar essas histórias, o foco sai da excentricidade que a minoria desperta e se volta para o afeto como fio condutor da narrativa. Assim, filhos, netos, parceiros, amigos e mães, contam como foi lidar com a transexualidade dentro da própria família e o que aprenderam com essa relação.

João Jardim e Mandy série Liberdade de Gênero GNT

João Jardim e Mandy Candy. FOTO: Divulgação/ GNT

Um novo olhar

“A série traz um outro olhar sobre as pessoas trans, colocando eles e elas dentro do contexto comum, com laços de família e uma vida normal. Foi surpreendente estar tão próximo destas questões, ver a luta e a força necessária para uma pessoa trans existir plenamente da forma como se reconhecem. Foi emocionante!”, conta João Jardim. Tornar familiar o que, em princípio, é estranho, é a aposta do programa!

Leticia Lanz série Liberdade de Gênero GNT

FOTO: Divulgação/ GNT

Letícia Lanz e Carol Marra

Uma das entrevistadas é Letícia Lanz, psicanalista e escritora, que mora em Curitiba e é casada há 40 anos com Ângela. Nascida Geraldo, ela fez a transição de gênero, após 30 anos de casamento. “Eu não sou homem nem mulher, sou uma construção de mim mesma. Não nasci com o gênero errado, nasci na sociedade errada”, afirma. Após um infarto, ela decidiu assumir sua verdadeira identidade. “O Geraldo não morreu, só evoluiu”. Outra a contar sua história para o cineasta é a atriz, jornalista e modelo Carol Marra, que fala dos desafios na sua jornada de encontro com o gênero que ela se identifica.

Carol Marra série Liberdade de Gênero GNT

FOTO: Divulgação/ GNT

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