Elisabeth I, a rainha que fez da Inglaterra uma potência mundial

Elisabeth I reinou na Inglaterra nos tempos da Era de Ouro, desenvolveu a economia e a cultura, além de tornar sua nação a soberana dos mares. Saiba mais!

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FOTO: Wikimedia Commons

por Redação Alto Astral
Publicado em 01/09/2016 às 14:31
Atualizado às 18:22

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No reinado de Elisabeth I, a Inglaterra se tornou a maior potência econômica, política e cultural da Europa, tornando o período conhecido como a “Era de Ouro” inglesa. A rainha foi responsável pelo governo mais benéfico da Dinastia Tudor, que imperava na época. Antes de morrer, ainda viu seu país conquistar a alcunha de Rainhas dos Mares, que antes era dominada pela Espanha.

rainha Elisabeth I inglaterra

FOTO: Wikimedia Commons

A monarca consolidou a Igreja inglesa que ajudou a criar e sustentar uma identidade nacional que está presente até os dias atuais. Historiadores também apontam seu reinado como o mais próspero para a literatura e para as artes em geral, favorecendo o surgimento de grandes estudiosos, dentre eles, William Shakespeare.

A trajetória de Elisabeth

Filha de Henrique VIII e Ana Bolena, Isabel I nasceu em 1533 e tornou-se Elisabeth I, rainha da Inglaterra. Também ficou conhecida como “A Rainha Virgem”, “Gloriana” ou “Boa Rainha Bess”. Depois da execução de sua mãe (saiba mais clicando aqui), Isabel foi declarada bastarda e viveu isoladamente. Anos depois, com a morte de sua meia-irmã, Maria Tudor, Isabel I foi reconhecida como herdeira e assumiu o trono, em 1558.

os pais da rinha Elisabeth I ana bolena henrique VIII

FOTO: Ana Bolena, mãe de Elisabeth I (FOTO: Wikimedia Commons)/ Henrique VIII, pai da rainha (FOTO: Joos van Cleve/Wikimedia Commons)

Como rainha, combateu Felipe II da Espanha, que impedia a expansão inglesa. Ela também introduziu oficialmente o Anglicanismo e liberou definitivamente o Protestantismo na Inglaterra. Foi responsável por desenvolver o comércio e a indústria, além de apoiar o renascimento das artes.

Apesar de suas ligações com vários nobres, a rainha nunca se casou e, portanto, não deixou herdeiros. Entretanto, pouco antes de morrer, em 1603, reconheceu como sucessor do trono inglês Jaime VI, da Escócia, filho de Maria Stuart – sua prima e rival, a qual havia mandado decapitar 16 anos antes.

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Texto: Ana Beatriz Garcia Edição: Érika Alfaro

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