Divaldo Franco: a missão de caridade da Mansão do Caminho

Saiba mais sobre o bonito trabalho de caridade e solidariedade desenvolvido por Divaldo Franco no complexo Mansão do Caminho

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FOTO: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 18/11/2016 às 18:07
Atualizado às 18:39

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O médium Divaldo Franco foi muito além na sua missão de conectar o mundo espiritual com o mundo físico em que vivemos: ele atua também como educador empenhado na missão de caridade e ajuda aos necessitados. Seu trabalho deu origem ao complexo Mansão do Caminho, um dos maiores centros de solidariedade do país. Conheça um pouco mais sobre o trabalho de Divaldo Franco.

Divaldo Franco: conheça o trabalho de caridade da Mansão do Caminho

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Divaldo Franco e a Mansão do Caminho

No ano de 1943, após cursar a Escola Normal Rural de Feira de Santana, ele recebeu o diploma como professor e depois trabalhou como escriturário no antigo Instituto de Pensões e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE), que precedeu o Instituto Nacional de Previdência Social, até se aposentar.

Em 1947, junto com o amigo Nilson de Souza, Divaldo fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em Salvador, a primeira obra física que abriria os caminhos para muitas ações solidárias de ajuda ao próximo independentemente a que etnia, religião ou localidade pertença o indivíduo.

Ao longo dos anos, o Centro Caminho da Redenção mudou de endereço e foi ampliado para mais de 50 prédios estruturados que atendem a quase cinco mil crianças e jovens de baixa renda, um projeto idealizado e construído pela iniciativa de Divaldo. Inaugurava-se, assim, o complexo Mansão do Caminho, um ambiente religioso, educacional e assistencial que possui creches, escolas de ensino fundamental, escola de evangelização, centro médico, laboratórios de análises clínicas, um centro de parto normal (que já trouxe ao mundo mais de mil bebês), semi-internato para crianças e adolescentes, bibliotecas, livrarias, cursos de informática, cerâmica e panificação, além de atividades de reciclagem de papel.

O complexo tem 300 funcionários e cerca de 400 voluntários, muitos deles já foram crianças abrigadas pela Mansão do Caminho e que hoje têm a oportunidade de retribuir, ajudando o projeto a crescer ainda mais. A mansão é uma mini-cidade, com ruas, praças, centros culturais e prédios. Lá está também, a residência de Divaldo. A manutenção do local é realizada pela renda adquirida com a venda dos livros e com os seminários e entrevistas espíritas que o médium participa, além das doações.

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Texto: Redação – Edição: Victor Santos