ENTRETENIMENTO

Como morrer no fim do mundo: expansão do Universo

No último post da série, confira como a expansão do Universo pode ser fatal para a espécie humana, caso ela sobreviva até lá

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Com a expansão do Universo, a Terra sofreria com o esfriamento, pois seria afastada do Sol, e toda a matéria seria condensada, provocando nosso "esmagamento". FOTO: Reprodução/NASA

por Redação Alto Astral
Publicado em 22/12/2016 às 13:30
Atualizado às 16:35

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Chegamos ao último post da série e, pode ter certeza, a causa de extinção que vamos apresentar aqui é a menos preocupante de todas. A expansão do Universo é algo bem mais distante de nós do que os atuais problemas ambientais e político-sociais que afligem o mundo, alguns dos quais tentamos explicar nesta série de postagens, na tentativa de alertar e informar um pouco mais sobre tais problemas.

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Apesar de constituir uma chance real de extinção para os seres humanos, a expansão do Universo é uma questão menos urgente do que os problemas ambientais e político-sociaisdo planeta. FOTO: Reprodução

Expansão do Universo

Definitivamente, esse é o menor dos problemas da espécie humana. Porém, caso a evolução e a ciência deem uma ajudinha e, de alguma forma, nós consigamos viver até o fim do Universo, teríamos dois cenários nada animadores para sermos extintos. O primeiro é o congelamento, devido à ausência de luz e calor no cosmo, e o segundo é uma espécie de esmagamento, causado pela retração da matéria.

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Com a expansão do Universo, a Terra sofreria com o esfriamento, pois seria afastada do Sol, e toda a matéria seria condensada, provocando nosso “esmagamento”. FOTO: Reprodução/NASA

As duas hipóteses não soam nada agradáveis, é claro, mas é importante ressaltar que só passaremos por isso caso a humanidade tenha muita, mas muita sorte mesmo, de sobreviver até lá.

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Texto: Da redação