ENTRETENIMENTO

Tudo em nome da ciência: pesquisadores ou iscas vivas?

Alguns cientistas (malucos!) se oferecem como iscas vivas para o estudo de algumas doenças, como a malária. Você teria coragem?

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FOTO: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 09/08/2016 às 18:46
Atualizado às 17:19

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Para infelicidade dos cientistas, os mosquitos brasileiros são do estilo espertinhos!

Para estudar a malária, é preciso observar também os hábitos de seus transmissores, o que inclui, é óbvio, as picadas que eles distribuem por aí. Nessa parte que entra a esperteza do inseto. Ao contrário dos primos africanos, que caem em armadilhas com luz ou vento, os mosquitos brasileiros recusam qualquer forma de isca e só aceitam o convite do jantar se o prato principal for pesquisador fresquinho. Isso mesmo! Esses cientistas loucos oferecem a si mesmo no menu ao seu objeto de estudo!

gif de uma menina com dois rabos no cabelo e blusa branca assustada iscas

FOTO: Reprodução/ Disney Channel

Para isso, posicionam-se à disposição dentro de uma tenda, atraindo os bichinhos. Os distraídos acabam picando varetas falsas, que são, então, inseridas em tubos junto com o esfomeado desavisado.

O problema é que, para pegar um mosquito mais lento de pensamento, é preciso aguentar muitos outros mais ligeiros. Em seu período na Amazônia, o pesquisador americano Helge Zieler se sacrificava duas vezes por semana no começo da noite. O seu recorde foi coletar 500 mosquitos em um único dia e, como consequência, ser picado mais de três mil vezes! Segundo ele, nem é tão ruim, já que o incômodo são só as cócegas que a picada gera. Eu, hein!

Mosca, mosquito, na cabeça, do homem, raquete, iscas

FOTO: Shutterstock Images

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Texto: Redação Alto Astral Edição: Nathália Piccoli Arte: Guilherme Laurente