Casos reais e assustadores de exorcismo

Casos assustadores de exorcismo não acontecem somente nas telas do cinema! Conheça aqui algumas histórias de arrepiar

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Foto: Reprodução

por Redação Alto Astral
Publicado em 28/09/2016 às 16:59
Atualizado às 18:35

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Crianças e adultos, mulheres e homens passam pelo ritual de exorcismo para eliminar o tinhoso. Porém, nem sempre o procedimento é fácil. Conheça a seguir casos documentados e assustadores:

Michael Taylor

Ocaso aconteceu na pequena cidade de Ossett, na Ingalterra, em 1974. Michael Taylor era casado com Christine e ambos eram bem religiosos. Tanto que juntaram-se a um grupo de orações, o Christian Fellowship Group, liderado por Marie Robinson. Depois de um certo tempo, Christine acusou seu marido de ter um caso com a líder, o que foi negado. Após esse incidente, Michael passou a apresentar um comportamento imprevisível. Convencida de que o marido estava possuído, Christine pediu a padres locais pelo exorcismo. Após o ritual que durou uma noite toda, os padres disseram ter expulsado 40 demônios do homem, mas o alertaram que um deles permaneceria dormente em sua alma. Ao chegar em casa, convencido de que sua esposa também estava possuída, matou Christine, arrancando seus olhos e sua língua; e seu cachorro. Em seguida, saiu pelas ruas, banhado no sangue das vítimas e gritando: “É o sangue do Satã”. Foi julgado e absolvido por insanidade mental. Passou quatro anos em instituições psiquiátricas, mas foi solto e levou uma vida relativamente normal desde então. Em 2006, Michael teve de passar por novo acompanhamento psiquiátrico, pois foi acusado de bolinar uma mulher.

Assustadores

Foto: Reprodução

Arne Cheyenne Johnson

Ocaso é famoso entre juristas, por se tratar da primeira vez em que a possessão demoníaca foi usada como justificativa da defesa para tentar inocentar um acusado de assassinato. Em 1981, em uma pequena cidade do estado de Connecticut, nos Estados Unidos, o irmão mais novo da noiva de Arne começou a ter visões de “um homem com grandes olhos negros, rosto magro com traços animalescos e dentes irregulares, orelhas pontudas, chifres e cascos” andando pela casa. Em poucos dias, o garoto demonstrava sinais de possessão. Arne, para poupar o garoto, teria falado para o demônio possui-lo no lugar do menino. E foi isso que o tinhoso fez. Arne começou a mudar de comportamento e, durante uma festa em sua casa, entrou em transe e esfaqueou seu senhorio, chamado Alan Bono, que era dono das terras em que Arne morava e trabalhava. Testemunhas disseram que ele parecia fora de si, inclusive com uma voz e força física que não eram dele. Os famosos parapsicólogos Ed e Lorraine Warren chegaram a atestar que tratava-se de um caso de possessão demoníaca. Apesar das alegações, o juiz determinou que a possessão não era uma defesa contra o assassinato, considerando Johnson culpado e condenado a 20 anos de prisão. Cumpriu apenas um quarto da pena e teve sua liberdade antecipada por comportamento exemplar na prisão.

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Foto: Reprodução

Julia

Um dos casos mais recentes é também um dos mais intrigantes, já que foi documentado por um cientista, algo muito raro. O renomado psiquiatra norte-americano Richard E. Gallagher, professor associado da Faculdade de Medicina de Nova York, descreveu o caso de uma paciente a qual o médico acreditava estar possuída pelo demônio. O caso ocorreu em 2008 nos Estados Unidos e, segundo os relatos do médico, a mulher de meia idade, chamada pelo nome fictício de Julia, procurou ajuda da Igreja Católica por acreditar que estava sendo atacada por um demônio. Depois de analisar seu caso, o clero designou uma equipe para fazer o exorcismo. O médico presenciou as sessões, nas quais viu objetos voando pelo quarto da paciente, bem como testemunhou a vítima falando com vozes diferentes e em idiomas que não conhecia. Frases como “Ela é nossa” e “Deixe-a em paz” teriam sido ditas durante o ritual. Julia ainda revelava segredos bem particulares de testemunhas (entre elas, duas freiras) que nunca tinha visto na vida, além de ter levitado e se contorcido quando tinha contato com água benta, mas não com a água comum. O desfecho do caso não foi revelado; sabe-se apenas que Julia conseguia obter momentos de paz, mas o demônio continuava em seu corpo. Ainda assim, a mulher não se lembrava de nada pós sair do transe.

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Texto: Natália Negretti

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