7 motivos para continuarmos jogando como uma garota

Essas atletas comprovam porque continuar "jogando como uma garota" é a melhor coisa que pode acontecer para qualquer esporte nas Olimpíadas!

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Fonte: Reprodução/Divulgação

por Redação Alto Astral
Publicado em 08/08/2016 às 14:12
Atualizado às 12:34

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Há alguns anos atrás, a hashtag #JogueComoUmaGarota dominou as redes sociais para desmistificar o estigma de que as mulheres são o sexo frágil quando falamos de esportes, mas as Olimpíadas do Rio de Janeiro vieram para comprovar que jamais, em hipótese alguma, ninguém deve subestimar a garra e força de uma mulher atleta!

O desempenho das mulheres em diversas modalidades esportivas tem chamado atenção, já que, apesar de conquistarem vitórias emocionantes e orgulharem seus países, as atletas enfrentam situações difíceis.

Investimento, visibilidade e, até mesmo, incentivo – se forem comparados com os que os homens recebem – são menores. Além do machismo que muitas garotas sofrem simplesmente por serem mulheres. Mas nada disso faz com que as atletas percam a garra e a vontade de vencer.

Conheça 7 motivos que vão te fazer acreditar que jogar como um garota é coisa mais incrível que pode acontecer:

Marta, uma das maiores futebolistas do mundo

Só se fala sobre Marta! Uma das maiores jogadoras de futebol da história do esporte, ela já ganhou 5 prêmios de Bola de Ouro e, nas Olimpíadas, vem conduzindo o time brasileiro inacreditavelmente bem.

O resultado é um placar de 3×0 contra a China e uma goleada de 5×1 sobre a Suécia, bem diferente do time masculino, que não conseguiu sair do zero a zero em nenhum jogo. As meninas estão representando muito bem o “país do futebol”!

Yusra Mardini, a refugiada que se tornou nadadora

A garota de 18 anos é uma nadadora síria que salvou a vida de muitas pessoas ao fugir de seu país em busca de melhores condições de vida.

Yusra Mardini nadadora refugiada Síria em frente a piscina

Fonte: Reprodução

Ela e sua irmã estavam em um bote rumo a Grécia e o motor do mesmo parou de funcionar. As duas foram para as águas do mar mediterrâneo e nadaram por mais de três horas, puxando o barco, até chegar ao destino.

Pouco tempo depois, Yusra foi para a Alemanha e foi convidada para treinar em um grupo de natação, e hoje integra o primeiro time de refugiados da história das Olimpíadas.

Gaurika Singh, a atleta mais nova das Olimpíadas, que sobreviveu a um terremoto

Guarika Singh em frente a piscina

Fonte: Reprodução/ Divulgação

Além de ser a atleta mais nova dos Jogos Olímpicos, com apenas 13 anos, a nadadora Gaurika Sing sobreviveu ao terremoto que devastou o Nepal no ano passado.

Apesar das dificuldades enfrentadas em sua vida, a atleta nadou a prova de 100m costa no Rio de Janeiro e venceu a primeira bateria eliminatória, com o melhor tempo da competição (1:08.45).

Cristiane, a maior artilheira da história dos Jogos Olímpicos no futebol

Mais uma vez, o futebol feminino brasileiro tem sido motivo de orgulho! Cristiane Rozeira de Souza Silva entrou para história ao marcar seu décimo quarto gol vestindo a camisa da seleção – marca que nenhum outro jogador (homem ou mulher) conseguiu alcançar!

Doaa Elgobashy e Nada Meawad, a primeira dupla egípcia do vôlei de praia

A dupla Doaa Elgobashy e Nada Meawad entraram para a história do Egito ao serem a primeira dupla a participar de uma Olimpíada, na modalidade do vôlei de praia. No jogo contra a Alemanha, uma foto chamou a atenção do mundo inteiro pelo contraste cultural.

Jogadora alemã disputando bola com jogadora egípicia

Fonte: Lucy Nicholson/ Agência Reuters

Doaa Elghobashy, de 19 anos, disputava uma bola com a alemã Kira Walkenhorst vestindo uma blusa de manga comprida, calça e o hijab (véu que cobre a cabeça), enquanto a adversária vestia biquíni.

Majlinda Kelmend, a judoca que cresceu em meio a guerra do Kosovo

Judoca do Kosovo comemorando o ouro nas olímpiadas

Fonte: stillmed.olympic.org

A judoca Majlinda Kelmendi é a primeira medalhista olímpica da história do Kosovo. O país conseguiu sua independência em 2008, mas o Comitê Olímpico Internacional não o reconhecia formalmente.

Majlinda representou a Albânia nas últimas olimpíadas, em Londres, mas conseguiu representar o país onde nasceu agora no Rio de Janeiro, e pela primeira vez, o Kosovo recebeu uma medalha olímpica – e ainda por cima um ouro.

Nathalie Moellhausen, a atleta de esgrima que fez a melhor classificação do Brasil da história

Nathalie Moelhausen comemorando

Fonte: Reprodução/ Flavio Florido/Exemplus/COB

A ítalo-brasileira Nathalie Moellhausen é atleta da esgrima e seu nome passou a ser reconhecido em todo o país após um feito incrível: ela conseguiu a melhor marca do Brasil em uma olimpíada na história do esporte.

Nathalie chegou às quartas de final na competição e foi aplaudida por brasileiros que assistiam a disputa, por ter conseguido tal marca.

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