Conheça 5 ilusões de ótica de grandes artistas

As ilusões de ótica podem ser empregadas em pinturas artísticas de diferentes formas. Confira como alguns pintores fizeram uso delas para enganar a mente

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Imagem: Oleg I. Shuplyak / Reprodução

por Redação Alto Astral
Publicado em 17/10/2016 às 18:12
Atualizado às 18:43

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No mundo das artes, a ilusão de ótica pode ser utilizada de uma forma para lá de criativa. Afinal, mentes criativas desafiam o jeito que nós vemos obras de arte. Confira a seguir alguns artistas e 5 pinturas que empregam ilusões de ótica em seus trabalhos. Seu cérebro irá ficar maluco!

Falsa perspectiva

Num primeiro olhar, parece que não há nada de errado com a obra do pintor William Hogarth (1697 – 1764). Mas o próprio nome da gravura revela que tem algo diferente aí: Sátira sobre a Falsa Perspectiva (1754). E William deixa mais claro no subtítulo “Quem faz um projeto sem o conhecimento da perspectiva estará passível de absurdos como é mostrado neste frontispício”.

Frontispício é um termo usado em arquitetura, para falar da fachada de uma construção. Aqui, há vários exemplos de efeitos confusos e mal-entendidos de perspectiva. Mesmo que os elementos individuais sejam parecem críveis, a cena constitui um exemplo de objeto impossível. Uma lista com 22 enganos pode ser encontrada bem aqui. Para ver a imagem em tamanho maior, clique aqui.

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Imagem: William Hogarth / Reprodução

Olha a cabeça!

Oleg I. Shuplyak (1967 – ) é especialista uma coisa: criar cabeças imaginárias a partir de outros elementos em pinturas, fotografias, ilustrações e muito mais. É brilhante a maneira em que o ucraniano usa formas, sombras e cores para fazer aparecer rostos de gente famosa, como o músico John Lennon e o pintor Pablo Picasso, entre gente desconhecida. Clique nos nomes para ver as imagem em tamanho maior.

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Imagens: Oleg I. Shuplyak / Reprodução

Surpresa obscura

O quadro The Ambassors (1533) foi pintado por Hans Holben (1497 – 1543) representando Jean de Dinteville, embaixador da França na Inglaterra em 1533, e seu amigo, Georges de Selve, bispo de Lavaur. Porém, a obra reserva uma surpresa quando vista de uma determinada posição: uma crânio que salta da imagem. O pintor alemão usou a técnica da anamorfose, em que só é possível ver uma imagem de certo ângulo. Confira!

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Imagem: Hans Holben / Reprodução

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Text e edição: Ricardo Piccinato