Dor de cabeça? Entenda porque isso acontece e como combater o problema

De crianças a idosos, a dor de cabeça afeta um grande número de pessoas, e pode ter diferentes causas. O ideal é investigar e tratar - afinal, ninguém precisa viver com esse incômodo!

A dor de cabeça é um dos sintomas mais marcantes do rompimento de um aneurisma
FOTO: Shutterstock Images

Um dos problemas de saúde mais comuns no mundo, a dor de cabeça, cientificamente denominada cefaleia, afeta cerca de 75% da população entre 18 e 65 anos. Estima-se que apenas 10% das pessoas que sofrem com o problema procuram ajuda médica especializada. Contudo, investigar as causas da dor é fundamental para conseguir tratá-la!

 

A dor de cabeça é um dos sintomas mais marcantes do rompimento de um aneurisma

É preciso identificar a causa da dor de cabeça o quanto antes. Foto: Shutterstock

 

Existem mais de 200 tipos de dor de cabeça, que pode ser aguda ou crônica, indicar problemas mais graves de saúde ou ser simplesmente a manifestação de um mal-estar pelo consumo de algum alimento.

Mulheres, homens, idosos e até crianças: a dor de cabeça não escolhe idade, gênero ou classe social. É uma das principais causas de faltas no trabalho e na escola. Alguns tipos podem afetar mais determinados grupos, como é o caso da enxaqueca em mulheres adultas. Porém, qualquer pessoa, em alguma fase da vida, pode passar por um episódio de dor.

Precisa de tratamento?

A dor é um mecanismo do organismo para indicar que algo está errado. Portanto, apesar de a dor de cabeça ser um problema comum, não é normal senti-la. Se ela é crônica, é um motivo a mais para procurar um profissional capacitado (no caso, um neurologista) e iniciar o tratamento correto.

Mesmo em casos de dores esporádicas, o recomendado é nunca se automedicar. Um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que metade das pessoas toma remédios sem orientação médica. O hábito pode aumentar a frequência e a intensidade da dor, tornando o problema crônico.

Os tratamentos variam de acordo com a causa e a intensidade da dor, e podem ser ou não medicamentosos. Em alguns casos, uma simples mudança nos hábitos de vida pode fazer toda a diferença.

Texto: Marisa Sei   

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