Crepioca: saiba os benefícios dessa delícia e conheça as melhores combinações

Unir a tapioca com o ovo é uma ótima ideia para incrementar sua dieta. Por isso, a versão saudável do famoso crepe, a crepioca, é muito saudável e deliciosa

Crepioca: ovos e tapioca
Foto: Shutterstock.com

A crepioca, combinação da tapioca com ovo, pode ser fonte de vitaminas, fibras e proteínas, se preparada corretamente. Uma versão saudável do crepe tradicional, ela já se tornou a queridinha para fornecer energia pela manhã, antes e após os treinos. Descubra todos os benefícios da crepioca e emagreça de maneira nutritiva e deliciosa.

Benefícios

A goma de tapioca é rica em carboidrato, por isso o ideal é que o consumo seja de apenas uma crepioca por dia, de preferência no café da manhã. “A tapioca se diferencia da crepioca fit por ser apenas a farinha de goma de mandioca recheada, portanto, é menos nutritiva”, explica a nutricionista Mariá Vaz Valentim. Por isso, a crepioca acaba se tornando um alimento mais completo. As proteínas encontradas no ovo são o segredo da receita: “Muito consumidas por quem pratica exercícios físicos, elas possuem importantes funções no organismo. Auxiliam na construção de tecidos, fornecem energia e desempenham funções metabólicas e reguladoras”, conta a nutricionista Carolina Arbache. Para que um alimento seja considerado uma fonte de proteínas, ele precisa apresentar no mínimo 6g em uma porção, exatamente a quantidade de um ovo. Uma vez que a tapioca possui apenas 2g, o ovo complementa a refeição.

Aliados da crepioca

Apesar de ser de fácil digestão, é possível melhorar ainda mais a qualidade nutricional da crepioca adicionando alimentos com fibras, responsáveis por melhorar o funciomento do estômago e do intestino. Uma opção é acrescentar sementes e grãos, como linhaça, aveia e chia. “A aveia é comporta por dois tipos de fibras (solúveis e insolúveis). Uma parte é insolúvel, ajudando no intestino, e a outra parte solúvel, que forma um gel no estômago, aumentando a sensação de saciedade e controlando o índice glicêmico”, explica a nutricionista Daniela Kokol Najar.

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