Pilates na terceira idade? Pode! E os idosos ganham muitos benefícios com a prática

A prática de exercícios físicos na terceira idade é essencial para manter o bem-estar e a saúde em dia. Confira as vantagens do pilates na melhor idade

A foto mostra uma mulher idosa praticando pilates
Foto: Shutterstock.com

Não parar: esse é o segredo para o corpo chegar com pique até a terceira idade. Os tipos de exercícios praticados durante a vida podem mudar, assim como se modificam o gosto e a disposição para cada um deles. Mas há um que vale a pena ser praticado em qualquer fase da vida: o pilates, atividade liberada para os idosos. “O pilates trabalha áreas do corpo fundamentais para qualquer pessoa, principalmente na terceira idade”, afirma a fisioterapeuta Fernanda Dionízio.

Os exercícios são adaptáveis, por isso, podem ser praticados por todos, e previnem problemas comuns da terceira idade, como perda de coordenação motora e de equilíbrio. Isso, somado à musculatura reforçada, pode evitar fraturas graves nos ossos, na maioria das vezes causadas por quedas. “O pilates corrige a postura, melhora a respiração e estimula o corpo para obter uma maior flexibilidade, recuperando articulações propensas a artrite, artrose e dores generalizadas”, lista a fisioterapeuta.

As vantagens do pilates

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma atividade física regular e moderada reduz o risco de morte por problemas cardíacos em 20% a 25% em pessoas com doenças cardiovasculares diagnosticadas. O ideal, então, é começar desde cedo e manter-se ativo a vida toda. Mas, se faz bastante tempo que o seu corpo não sente os benefícios dos exercícios, saiba que nunca é tarde para recomeçar. Confira as vantagens que o pilates traz à terceira idade:

Alerta da fisioterapeuta

“Os cuidados devem ser redobrados nessa idade, por isso, procure um profissional capacitado e prefira aulas personalizadas”, indica Fernanda. Os instrutores devem ser fisioterapeutas ou educadores físicos especializados em pilates. As aulas individuais são boas opções para ter atenção exclusiva do instrutor, além de exercícios escolhidos de acordo com o interesse do praticante.

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Texto e entrevista: Marisa Sei/Colaboradora – Edição: Giovane Rocha

Consultorias: Fernanda Dionízio, fisioterapeuta