Dicas para se comportar com elegância

Saiba como agir certo no dia a dia e em ocasiões especiais

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por Redação Alto Astral
Publicado em 25/05/2010 às 06:31
Atualizado às 20:45

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Confira mais dicas de etiqueta, tiradas do livro Etiqueta e contra-etiqueta: um estilo de ser, da consultora Doris Azevedo. A matéria completa você vê na edição 413 da Malu.

Sobre etiqueta

Hoje, dinheiro não é sinônimo de elegância. Uma pessoa com menos dígitos na conta bancária pode exibir, de forma natural, comportamento igual ao de alguém que cresceu cercado do bom e do melhor – e vice-versa.

Para ter elegância com naturalidade, opte por “polir” seu estilo natural, sem deixar de ser autêntico.

Sua imagem

Ela conta sim, e muito! Sua imagem deve estar de acordo com a impressão que quer passar aos outros.

Roupas

No trabalho, seu estilo deve condizer com sua profissão. Por exemplo, há profissões que são mais “liberais”, como as que têm a ver com artes, decoração, moda, etc. Quem trabalha nessa área pode ousar mais no visual.

Se não for o caso da sua, vista-se conforme o aconselhado. Vestir-se de modo diferente do esperado no seu ambiente de trabalho pode causar – acredite – diminuição da sua credibilidade.

Pelos

Se o homem quiser usar barba, mantenha-a aparada. Deixá-la por fazer dá impressão de sujeira.

Bigode é mais difícil: poucos homens ficam bem com ele, que envelhece a aparência. Mas, se gostar, deve mantê-lo bem cuidado e ter certeza que combina e valoriza o rosto.

Para a mulher, depilação é obrigatória, inclusive no inverno! Manter as sobrancelhas aparadas também – e, segundo a consultora, todo mundo repara!

Pele e unhas

Unhas devem estar sempre bem cuidadas, tanto nas mãos quanto nos pés. Cuidado com os esmaltes mais escuros, que gritam ao lascarem um pouquinho. Para os homens, unhas curtas e limpas.

A pele também merece atenção especial: homens e mulheres devem fazer limpeza de pele para sumir com os cravos. Uma pele saudável dá impressão de saúde.

Os cabelos devem estar sempre bem cuidados, com atenção especial a fios que caem sobre a roupa (solução: penteá-los!) e caspa.

Quem usa tintura deve sempre manter a raiz em dia e ter cuidado para não destoar da cor da sobrancelha.

Cumprimentos

Se alguém perguntar “como vai?”, responda “muito bem, obrigado(a)!”. Não fique falando sobre seus problemas, nem tentando disfarçá-los (“Vou indo”, “Levando”, etc).

Aperto de mão: deve ser dado de forma firme e agradável (sem ser forte nem frouxo), estendendo a mão direita. Pode ser usado tanto social quanto profissionalmente.

Aceno de cabeça: se estiver longe ou em um local com muitas pessoas, é ideal, principalmente com um sorriso. Pode ser, também, uma forma de cumprimentar um grupo grande.

Beijo: jamais dê um beijo em alguém que não conhece; nesse caso, deve-se estender a mão. Caso conheça e tenha afeto pela pessoa que vai cumprimentar, limite-se a dois beijinhos: três já é exagero. Mas, caso a outra pessoa fique parada, esperando o terceiro, seja elegante e não negue.

Perguntas

Toda e qualquer pergunta que pode constranger alguém deve ser evitada. Além disso, a resposta pode ser igualmente constrangedora! Por exemplo:

– Quantos anos você tem?
Para evitar respostas como “quanto você acha?” ou “ não te interessa!”, tente adivinhar, mais ou menos, pelo que ela disser (o ano que fez o colegial, por exemplo).

– É seu filho?/É seu neto?
Todos sabemos que, hoje, é comum casais com grandes diferenças de idade, ou então que têm filhos tarde. É melhor observar e tentar descobrir sozinha.

– Você está grávida?
Qualquer que seja a resposta, será uma variação de dizer que está acima do peso. É melhor não comentar nada.

– Vai casar quando?/Vai ter filhos quando?
Cobranças desse tipo não servem para nada. Interessa apenas ao casal decidir quando irá casar, ter filhos, etc.

– Como vai seu pai?
– Ele faleceu.

Em situações como essa, peça desculpas, diga que não sabia e mude de assunto.

– Onde você está? (ao celular)
Para não invadir a privacidade de ninguém, pergunte “Pode falar agora?”

Ai, que vergonha!

Esquecer o nome de alguém: não tem jeito. Peça desculpas, demonstre estar chateado em ter esquecido do nome da pessoa e pergunte.

Tombo: se a vítima for você, levante-se rapidamente e continue como se nada tivesse acontecido, sem procurar identificar quem viu ou não. Se você presenciou o tombo, guarde a risada para depois e ajude a pessoa.

Beber demais: quem exagera no álcool fala demais, age demais, fica chato demais… É melhor evitar! Não esqueça que sempre existe “o dia seguinte” e tudo que você faz tem consequências.

Uso do celular

Não deve ser utilizado em qualquer lugar que atrapalhe os outros, como na igreja, em seminários e aulas, cinema, teatro, etc.

Se estiver aguardando uma ligação urgente, deixe-o no modo silencioso ou então fique próximo à saída e só atenda bem longe de todos.

Ligue primeiro para o telefone convencional. Só depois tente o celular.

Texto: Giovana Penatti/Colaboradora
Consultoria: Doris Azevedo, escritora e consultora de etiqueta
Foto: Thinkstock/Getty Images

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