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Silvio Santos com câncer de pele? Entenda a polêmica e a doença!

Preciso usar filtro solar em dias nublados? Basta aplicá-lo uma vez ao dia? Tire suas dúvidas sobre proteção solar e afaste o risco de câncer de pele!

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FOTO: Divulgação

por Redação Alto Astral
Publicado em 15/02/2017 às 19:31
Atualizado às 20:07

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Corre na internet, nos últimos dias, a notícia de que Silvio Santos teria removido novamente um câncer de pele. A suspeita foi levantada por Daniel Castro, colunista do Notícias da Tv, da Uol, que afirmou ter conversado sobre o assunto com pessoas próximas ao apresentador. Fotos recentes de Silvio sem maquiagem, tiradas por fãs, reforçam a suspeita e mostram uma cicatriz no lugar de uma antiga manchinha, como é possível ver na imagem abaixo.

A assessoria de imprensa de Silvio, contudo, desmente a informação da doença e afirma que a cicatriz é resultado de uma plástica realizada em novembro do ano passado. Vale lembrar que o apresentador já enfrentou um câncer de pele em uma das pernas em 2014.

Silvio Santos em três fotos diferentes. A de destaque com uma pitinha na testa e outras menores com cicatrizes

Na primeira foto, Silvio aparece sem maquiagem com uma pintinha na testa de coloração forte. Nas duas fotos menores, fãs registraram uma cicatriz na testa do apresentador que chamou a atenção. A pintinha já não aparece mais. – Fotos: Reprodução/Arquivos pessoais

Boato ou não, serve de alerta para os perigos e cuidados com a doença. Confira, a seguir, informações sobre o câncer de pele e mitos e verdades sobre proteção solar.

O tipo de câncer mais frequente do Brasil

Essa é a informação oficial do Instituto Nacional de Câncer (Inca), confirmando que o câncer de pele corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país. E mais:

  • O câncer de pele é mais comum em pessoas com mais de 40 anos;
  • É relativamente raro em negros e crianças;
  • Pessoas de pele clara ou com doenças cutâneas anteriores são as principais vítimas;
  • Os mais frequentes são “carcinoma basocelular” e o “carcinoma epidermoide”;
  • O tipo “carcinoma basocelular” apresenta um número maior de casos e é o menos agressivo.

Estima-se que em 2016 foram registrados, aproximadamente, 176 mil novos casos no Brasil. Sendo a maioria em mulheres, atingindo, em média, 95 mil. Embora dados oficiais de 2013 registrem que mais homens do que mulheres morreram vítimas da doença.

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Texto: Mariana Siqueira/Colaboradora – Edição: Loyce Policastro/Colaboradora

Consultoria: Cenoura & Bronze