Há 3 anos, o mundo se despedia de Nelson Mandela

Nelson Mandela, um dos maiores nomes da luta contra o racismo e pela defesa dos diretos humanos no mundo, morreu em 5 de dezembro de 2013

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Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul e ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1993, faleceu em 5 de dezembro de 2013. FOTO: Reprodução/John Isaac e UN

por Redação Alto Astral
Publicado em 05/12/2016 às 17:52
Atualizado às 14:37

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No dia 5 de novembro de 2013, um dos maiores nomes da luta contra o racismo e pela defesa dos diretos humanos nos deixava. Afastado da vida pública desde 2001, quando teve câncer de próstata, Nelson Mandela morreu em casa, na cidade de Johanesburgo, capital da África do Sul, vítima de problemas pulmonares.

Nelson Mandela, ex-presidente, terno

Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul e ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1993, faleceu em 5 de dezembro de 2013. FOTO: Reprodução/John Isaac e UN

Pelo fim do Apartheid

Nelson Rolihlahla Mandela nasceu em 18 de julho de 1918, e já na época em que cursava Direito iniciou sua luta pelos direitos humanos e a realização de serviços humanitários. Atuando contra a segregação dos negros, em pleno período em que o Apartheid era exercido na África do Sul, Mandela foi preso em 1962, e permaneceu encarcerado por 27 anos, até fevereiro de 1990, quando foi libertado após inúmeros apelos de entidades e líderes mundiais pela sua libertação. Em 1993, recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

De prisioneiro a presidente

Em 1994, Mandela foi eleito presidente da África do Sul, cargo que ocupou até 1999. No comando do país, instituiu diversas políticas sociais e programas econômicos que visavam melhorar a qualidade de vida dos negros da nação. Ao mesmo tempo, pregava insistentemente a união e a convivência harmônica entre brancos e negros, e chegou a proclamar o país como “uma nação arco-íris em paz consigo mesma e com o mundo”. Depois que deixou a presidência, Mandela ainda continuou sua luta pela defesa da paz e dos direitos humanos na África do Sul e no mundo.

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Texto: João Paulo Fernandes

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