Descubra como a atividade física combate o estresse!

São inúmeros fatores que podem desencadear o estresse, desde a correria típica do dia a dia até problemas mais graves que surgem de forma inesperada. Entretanto, para todos os casos, existe uma alternativa simples e bastante eficaz: fugir do sedentarismo! Isso porque a atividade física combate o estresse e ajuda a melhorar a qualidade de […]

Andar de bicicleta é uma ótima forma de se exercitar no dia a dia.
Por Larissa Mortari - 24/07/2018

Andar de bicicleta é uma ótima forma de se exercitar no dia a dia. FOTO Shutterstock

São inúmeros fatores que podem desencadear o estresse, desde a correria típica do dia a dia até problemas mais graves que surgem de forma inesperada. Entretanto, para todos os casos, existe uma alternativa simples e bastante eficaz: fugir do sedentarismo! Isso porque a atividade física combate o estresse e ajuda a melhorar a qualidade de vida.

De acordo com Luiz Antonio Vianna Lopes, ortopedista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, o organismo passa por três estágios perante o estresse, sendo a atividade física essencial para auxiliar nesse caso. “Primeiro, o agente agressor é reconhecido e o sistema neuroendócrino ativado. Depois, entra o estágio de resistência ou adaptação e, por fim, o de exaustão. Se o indivíduo passa a se exercitar, os níveis de neurotransmissores noradrenalina e serotonina aumentam, melhorando o humor; sem contar na redução da ansiedade e liberação maior de endorfinas”, explica o profissional.

A atividade física combate o estresse, ajuda a emagrecer e protege o corpo como um todo.

A atividade física combate o estresse, ajuda a emagrecer e protege o corpo como um todo. FOTO Shutterstock

Um pouco mais a fundo

Quando o corpo reconhece a mudança de uma situação, as glândulas passam a produzir e liberar os hormônios do estresse (adrenalina, noradrenalina e cortisol), que aceleram o batimento cardíaco, dilatam as pupilas e aumentam a sudorese e os níveis de açúcar no sangue, além de reduzirem a digestão e a libido.

“Caso avance para o segundo estágio (resistência), podem aparecer ulcerações no aparelho digestivo, irritabilidade, insônia, mudanças de humor, depressão e diminuição do desejo sexual. Em relação às modificações cognitivas, pode haver um decréscimo da concentração, deteriora-se a memória de curto e longo prazo, a velocidade de resposta reduz, e aumentam os índices de erros, as ilusões e os distúrbios de pensamentos”, complementa o especialista.

Ainda de acordo com o especialista, a atividade física combate o estresse e permite que a pessoa se supere tudo aos poucos. “Por aumentar os níveis dos neurotransmissores noradrenalina e serotonina, o estado de humor melhora. Durante a prática, há um aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, estimulando mais o hemisfério direito cerebral em relação ao esquerdo, gerando respostas emocionais positivas como redução da ansiedade. Dependendo da intensidade e da duração do exercício, há uma maior liberação das endorfinas, que atuam como neurohormônios e neurotransmissores”, finaliza Luiz Antonio.

Consultoria Luiz Antonio Vianna Lopes, ortopedista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco

 

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