5 filmes de terror que você não pode deixar de assistir!

Você é amante da sétima arte? E dos filmes de terror? Sim? Então você não pode deixar de assistir esses 5 filmes que separamos!

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  • O Bebê de Rosemary

Rosemary’s Baby (1968)
Diretor: Roman Polanski | Com: Mia Farrow, John Cassavetes e Ruth Gordon | Premiações: Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante | Duração: 136 minutos.

 

 

Clássico do gênero que abriu caminho para outras obras-primas da próxima década, O Bebê de Rosemary opta pela construção do suspense para deixar o espectador aflito.

A direção de Polanski mantém a atenção constante na tela, em um ritmo acelerado e um final surpreendente. O roteiro, que trata da vinda do anti-Cristo, aprofunda-se ao adentrar a sociedade americana do final dos anos 60, deixando o filme desconcertante a quem o assiste, pois força a reflexão de quanto do terror da história poderia ser real.

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Ponto alto: o desfecho inesperado e de certa forma grotesco traz diversos simbologismos. Da cena de alucinações no ritual para a gravidez de Rosemary (inclusive com nudez ousada pra a época) à aceitação final de sua condição de mãe do anti-Cristo, há a construção da ideia de que uma nova era, fora das telas, está para chegar.

 

  • O Exorcista

The Exorcist (1973)
Diretor: William Friedkin | Com: Ellen Burstyn, Max von Sydow e Linda Blair | Premiações: Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Som | Duração: 122 minutos.

 

 

O mais horripilante da chamada “trindade do diabo”, sequência de filmes demoníacos produzida entre as décadas de 60 e 70 (que contava também com O Bebê de Rosemary e A Profecia), O Exorcista deixou as suas plateias histéricas com o desfile de cenas que entram para a história como o ponto alto do terror hollywodiano.

O enredo gira ao redor da adolescente possuída Regan, que testa a fé e os nervos de todos a seu redor. Depois dele, o tema do exorcismo nunca mais seria desvinculado do filme, que entra para a posteridade como uma produção envolta de maldições.

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Ponto alto: após mais de 40 anos de seu lançamento, as cenas da atriz Linda Blair torcendo o pescoço a 180 graus, descendo as escadas com o corpo invertido e se masturbando com um crucifixo, somadas à sua voz demoníaca, ainda são referência para qualquer filme de terror que se preze.

 

  • O Iluminado

The Shining (1980)
Diretor: Stanley Kubrick | Com: Jack Nicholson, Shelley Duvall e Danny Lloyd | Duração: 144 minutos.

 

 

O escritor Jack (Jack Nicholson) aceita o cargo de zelador num hotel, onde, no passado, um crime terrível acontecera. Ele leva sua esposa, Wendy (Shelley Duvall) e o filho Danny (Danny Lloyd), o “Iluminado” do título. Durante o isolamento, Jack começa a apresentar problemas mentais e uma enorme agressividade.

Ainda que pareça um roteiro comum, Stanley Kubrick torna o filme um verdadeiro mergulho no horror psicológico, com elementos sobrenaturais, possessões, jogos mentais e muito sangue. Mas nada de sustos comuns: aqui, os monstros estão na cabeça dos personagens.

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Ponto alto: prepare-se para algumas das cenas mais clássicas do cinema, como a das gêmeas no final do corredor, a cascata de sangue no elevador e de Jack quebrando a porta do banheiro para caçar a família. Trata-se de uma atmosfera de terror que há muito não se vê no cinema.

 

  • Psicose

Psycho (1960)
Diretor: Alfred Hitchcock | Com: Anthony Perkins, Janet Leigh e Vera Miles | Duração: 109 minutos.

 


A cena do assassinato no chuveiro é provavelmente a mais emblemática da história das telonas até hoje. Ao falarmos de Psicose, automaticamente lembramos da trilha de Bernard Hermann que acompanha as facadas sofridas pela personagem de Janet Leigh, mais uma das musas loiras do diretor.

Mas a qualidade de Psicose vai além, e Hitchcock traz um filme com doses generosas de tensão e suspense. A direção competente se reflete em especial nas expressões dos atores (Anthony Perkins brilha como o excêntrico Norman Bates), que servem de fio condutor para a perturbadora narrativa.

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Ponto alto: a surpreendente troca de protagonistas no meio do filme. O uso desse recurso prova a genialidade de Hitchcock, que durante todo o longa aposta em reviravoltas para manter a atenção do espectador até o desfecho.

 

  • Tubarão

Jaws (1975)
Diretor: Steven Spielberg | Com: Roy Scheider, Robert Shaw e Richard Dreyfuss | Premiações: Oscar de Melhor Edição, Melhor Canção e Melhor Trilha Sonora | Duração: 124 minutos.

 

 

Mais do que uma bem-sucedida franquia, o que Tubarão mais tem de marcante é o fato de ter sido o longa que alçou Steven Spielberg ao hall de personalidades mais importantes de Hollywood.

Quando um tubarão começa a atacar diversos banhistas na pacata cidade de Armity, o chefe de polícia Martin Broy (Roy Scheider) procura um ictiologista e um pescador, vividos por Richard Dreyfuss e Robert Shaw, respectivamente, para ajudarem na missão de exterminar o cruel bicho – uma tarefa que se prova ainda mais complicada e terrível do que o esperado.

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FOTO: Reprodução

 

Ponto alto: as cenas filmadas da perspectiva do tubarão. Spielberg inova ao trazer o ponto de vista do agressor no momento do ataque, algo que, aliado à trilha sonora que se intensifica conforme o perigo iminente (inspirada em Alfred Hitchcock), causa uma sensação de pânico que consagrou o filme.

 

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Texto: redação Alto Astral  Edição: Nathália Piccoli