Marcos Pitombo é o rei da Record

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Marcos Pitombo é o rei da Record 

Marcos Pitombo esbanja talento em seu primeiro trabalho como protagonista na minissérie A História de Ester, da Record. No bate-papo com a Guia da TV, ele conta mais sobre o desafio de viver o Rei Assuero na telinha.

GTV: Tem alguma cena que tenha sido mais difícil pra você? Tanto de bastidor quanto na dramaturgia?
Marcos: “Na verdade, não teve nenhuma cena de dificuldade. Posso te garantir que houve o máximo de esforço e dedicação. Essa sequência de Niterói foi um pouco inóspita com relação ao calor. Porque era um ambiente, um cenário de pedra, um figurino muito pesado. Então, o único empecilho foi o calor. Durante a minissérie foi um trabalho muito intenso, ficamos todos os dias envolvidos com os personagens, as gravações.”

GTV: Que características da minissérie o surpreenderam?
Marcos: “Fora essa coisa da religião, que era politeísta e ele era o centro de tudo, tem a questão da relação do homem com a mulher. A mulher era muito submissa na sociedade. Então, trabalhar isso dentro de uma história de amor, era muito engraçado. Não podia haver toques, declarações, reações. Isso foi muito curioso. E fora isso, todo um ritual que era diferente, existia todo um protocolo e conseguimos reproduzir com fidelidade. Foi o trabalho que mais me deu prazer ao fazer, ao realizar. Foi um trabalho muito importante que na minha trajetória como profissional é muito importante. E aqui dentro da Record também é muito importante.”

GTV: E o visual do personagem?
Marcos: “Ainda conservei a barba, porque caso acontecesse alguma coisa com alguma fita, eu voltaria a gravar no ato.”

GTV: É mais fácil fazer uma obra fechada ou uma novela?
Marcos: “Acho que para o ator, é melhor quando se sabe toda a história, porque se pode trabalhar os sentimentos ao longo da história. Numa novela, sabe-se que no próximo bloco pode vir tudo diferente. Aqui na minissérie houve um trabalho de mesa que ficou quase de cinema. E isso é muito bacana. Saber tudo o que vai acontecer nos 10 capítulos. Eu, por exemplo, coloquei sentimentos até de antagonistas no primeiro momento. Um cara com o coração de pedra que vai se iluminando com a Ester. Obra fechada a gente pode desenhar melhor o rumo do personagem.”

Texto: Larissa Faria
Entrevista: Eliane Martins/Colaboradora
Foto: Felipe Assumpção, Alex Palerea/AgNews

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