Íris Abravanel, autora de Vende-se um Véu de Noiva, fala um pouco sobre sua rotina e sobre a experiência de adaptar a trama original de Janete Clair

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Como é adaptar Janete Clair?
É uma responsabilidade muito grande. Mas eu tenho tido apoio e posso contar com uma grande equipe de profissionais, de pessoas experientes.

Além do Véu de Noiva, tem alguma outra novela da Janete Clair que você gostaria de adaptar?
Olha, todas que eu tenho lido eu gosto… Agora, não sei qual vai ser a próxima! Não sei mesmo, vai ser surpresa!

Essa é mesmo uma adaptação, um remake, ou apenas uma obra inspirada na autora?
Já teve uma novela chamada Véu de Noiva na Globo, e a Janete tirou algumas coisas pra novela na rádio (radionovela). Mas é completamente diferente dessa. Na Globo tinha corrida de automóveis, era uma outra história, e a Janete tirou algumas coisas. Vende-se um Véu de Noiva é o título original da Janete Clair.

Pra essa adaptação da novela de Janete Clair você teve que criar novos personagens , né? Você não ficou com receio de ter que alongar a história e criar tramas paralelas?
Não, quando a gente cria a gente não tem receio. Muito pelo contrário, criar traz uma sensação muito boa. É um prazer, é muito gostoso criar. Se não dá certo, você volta atrás. Eu crio muita coisa!

Como é a sua rotina?
Que rotina? (risos)… Olha, eu procuro fazer ginástica 3 vezes por semana pelo menos. Eu acordo geralmente 7h30, 8h… Não me pergunte a que horas eu vou dormir, porque às vezes eu acordo à noite pra escrever, e depois continuo
dormindo. Eu não sou uma mulher de rotina, eu não gosto de rotina…

Você tem alguma mania na hora de escrever? A Glória Perez, por exemplo, escreve de pé.
Humm… Eu sou expressiva, eu escrevo, atendo o telefone, eu volto, assisto televisão, sou meio hiperativa. Eu tenho cinco lugares onde gosto de escrever: o meu quarto de dormir, o quarto de bagunça, no escritório, no jardim e no terraço. Agora já tenho uma sala no SBT, e escrevo lá também…

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