Entrevista com Tiago Leifert

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Entrevista com Tiago Leifert  

O carismático jornalista esportivo fala como conquista um público diversificado

Guia da Tevê: Que tipo de jogos gosta?

Tiago: Gosto de jogos de esporte e de tiro.

Guia da Tevê: Do que não abre mão no seu dia a dia?

Tiago: Não abro mão de comer bem.

Guia da Tevê: Qual seu prato preferido?

Tiago: Gosto de carne com macarrão.

Guia da Tevê: Qual sua maior superstição?

Tiago: Não tenho nenhuma. Nem aquele negócio de acordar com pé direito. Não acredito em nenhuma superstição.

Guia da Tevê: Qual o melhor momento de um jogo?

Tiago: Um pouco antes de começar, aquele momento em que os jogadores estão aquecendo, estão apresentando as escalações, que você está com aquela ansiedade de saber o que que vai acontecer, quem são aquelas pessoas, como é que elas vão reagir. Acho que é aquele momento antes do jogo é o mais legal.

Guia da Tevê: Qual a maior qualidade de um atleta?

Tiago: Capacidade de trabalhar bem sob pressão, sob uma pressão absurda.

Guia da Tevê: Tem alguma frase de inspiração ou lema de vida?

Tiago: Nunca parei para pensar nisso.

Guia da Tevê: Nunca pensou em fazer outra coisa?

Tiago: Nunca. Até pensei, quando era moleque, que queria ser piloto de avião, mas passou rápido. Depois disso, eu decidi mudar, até porque eu nunca tive aquele problema de ter que fazer teste vocacional, pois sempre soube o que queria.

Guia da Tevê: O que você e a sua equipem pensam como prioridade na hora de elaborar um quadro novo para o programa?

Tiago: Pensamos em atingir o maior número de pessoas possível. Tem que atingir, mulheres, crianças, homens. Quando a gente faz, por exemplo, o Troféu Ney Paraíba de beleza masculina tem que ser legal para a mulher, engraçado para o homem e divertido para as crianças. Tem que atingir todo mundo, é sempre assim que a gente pensa na hora de criar qualquer coisa.

Guia da Tevê: Você vai trabalhar na África nesta Copa?

Tiago: Não, não. Eu entrei na SporTV em 2006, em plena Copa da Alemanha, mas a equipe já estava fechada e quem chega não viaja, demora um pouquinho. Eu fiz Olimpíadas em 2008, fui para Pequim. E agora, eu não vou para a África, vou ficar aqui, vou apresentar os programas daqui.

Guia da Tevê: Dá para trabalhar e ao mesmo tempo comemorar com o Brasil?

Tiago: Acho que não vai dar (risos). Pelo que eu vi em 2006, não vai dar. A gente está numa profissão em que enquanto os outros estarão se lamentando ou comemorando o que acontecer com o Brasil, a gente vai estar na televisão, as pessoas, provavelmente, estarão assistindo a gente. Foi a profissão que a gente escolheu, então não tem muito o que fazer (risso). Se o Brasil for campeão, vai ser num domingo e há grande possibilidade de trabalharmos o dia inteiro, noite inteira e, depois, no dia seguinte tem Globo Esporte normal.

Guia da Tevê: Você se enxerga trabalhando no Globo Esporte em 2014, na próxima Copa, no Brasil?

Tiago: Acho que eu já vou estar velho para o Globo Esporte, né? (risos). Eu vou estar com 34 anos! Acho difícil e até insalubre que uma pessoa fique tanto tempo apresentando o mesmo programo, acho importante mudar. Acho que até 2014 eu já vou ter saído do Globo Esporte, certeza!

Entrevista: Eliane Calixto e Fábio Marinari
Foto: Francisco Cepeda/AgNews

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