Foi na rua – Parte 2

Foi na rua – Parte 2
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Na posição que estávamos o pau dele, já duro e bem babado, ficou a poucos centímetros de minha cara. Sérgio então levou-o até a minha boca, com sua mão direita, enquanto me puxava pela cabeça com a mão esquerda e me dizia:
– Aqui, viado, chupa meu pau!
Foi a primeira vez que alguém me chamou de viado, mas, ao contrário de eu me sentir ofendido, fiquei com mais tesão ainda, tanto que abocanhei a cabeça da sua rola babada de uma vez só. Sérgio então segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter na minha boca. Eu me limitei apenas a ficar parado, envolvendo e pressionando seu pau com os meus lábios, enquanto ele enfiava e tirava o pau da minha boca.
– Ah, Lauro viado, que boca gostosa você tem, caralho, boquinha de chupar pau. Isso, chupa a minha piroca, chupa! – Ficava falando ele, baixinho, em meio ao vai-e-vem de sua pica na minha boca e seus gemidos de prazer.
– Mmmmm! – Era o único som que eu conseguia fazer.
Como o piru dele era normal eu não tive dificuldade pra pagar o boquete sem engasgar. Sérgio sabia muito bem controlar o momento do gozo e eu já estava com o queixo doendo quando ele tirou o pau da minha boca e me pediu:
– Aí, deixa eu comer o seu cuzinho, deixa?
Ele nem esperou a minha resposta e foi logo me puxando, me colocado em pé, me virando de frente pra árvore e abaixando minha bermuda e minha cueca até os joelhos. Como ele era mais baixo que eu tive que dobrar bem os joelhos pra ficar na altura do seu pau. Fiquei, então, com as mãos segurando na árvore, o corpo quase na horizontal, a bunda arrebitada e os joelhos dobrados, esperando Sérgio colocar a camisinha.

Ele fez isso rapidamente e logo eu senti a cabeça salivada do seu pau na entrada do meu cu, forçando a passagem. Com duas forçadas e a cabeça entrou, com mais uma forçada e a pica deslizou toda pra dentro de mim. Sérgio então me segurou forte pela cintura e mandou vara pra dentro de mim. As estocadas eram rápidas, fortes e profundas. Mais uma vez eu fiquei passivo, me limitando apenas a vigiar a rua enquanto ele socava dentro de mim.
– Tá gostando de levar no cu, bichona? – Perguntou ele, novamente usando termos que tinham tudo pra fazer sentir ofendido, mas que só fizeram aumentar o meu tesão. Tanto que eu respondi:
– Ai, Sérgio, fode, fode meu cu, fode. Assim, fode gostoso. Fode o meu burrão, fode. Fode mais!
Nem preciso dizer que ele não perdeu tempo e passou a socar ainda com mais força e mais profundidade a sua rola pra dentro do meu cu. Apesar de estarmos distantes do clube mais próximo, ainda assim dava para ouvir de onde estávamos o som da música alta do baile de carnaval, que ainda estava rolando naquela hora. Foi então que ele me pediu, bem sacana:

– Aí, viado, rebola no meu pau ao som da música.
Ele então ficou parado, com a pica toda enfiada no meu cu, e eu passei a dar cuzadas para trás, rebolando e esfregando meu burrão na sua virilha e barriga, sem deixar o seu pau escapulir de dentro do meu cu. Ficamos assim um bom tempo até que ele se inclinou para frente, até perto do meu ouvido direito, e falou:

– Aí, quero gozar na sua boca. Estou cheio de vontade.
Esse pedido não estava nos planos, mas, como eu estava cheio de tesão, resolvi deixar. Sérgio então tirou o pau da minha bunda, tirou a camisinha, me fez agachar novamente encostado na árvore, segurou minha cabeça de forma a mantê-la presa contra a árvore, se posicionou bem próximo da minha cara e enfiou o piru na minha boca. Daí pra frente ele passou a meter na minha boca até o momento do gozo.

Os primeiros jatos foram com o pau dentro da minha boca, mas, depois de algumas jorradas, ele tirou o pau da minha boca e terminou o serviço punhetando a rola e esporrando o resto do leite na minha cara, deixando todo o meu rosto melecado. Enquanto gozava Sérgio gemia de prazer e dizia:
– Aaaah, viado, filho-da-puta, que bocão gostoso você tem. Aaaaah. Isso, toma porra do seu macho, toma, sua bichona!
Até ele terminar de gozar tudo na minha cara eu fiquei ali agachado, passivo, sorridente, olhando para o seu rosto. Depois que terminou ele ainda ficou batendo e esfregando o pau na minha cara, espalhando a sua porra, de modo a deixar a minha cara mais lambuzada possível.
Logo após eu fiz menção de que ia cuspir a sua porra num canto da árvore, mas ele me impediu dizendo:
– Ah, vai desperdiçar? Não acredito. Viado que se preza tem que beber o leite do macho, sabia? Então?
O que eu fiz? Eu bebi tudo, pois, como diz o velho ditado: Quem está na chuva tem que se molhar. E depois que eu acabei de engolir a sua porra eu ainda fiz serviço completo limpando o seu pau com a minha boca. Terminado tudo, nós nos vestimos e, satisfeitos, nos despedimos, indo cada um para sua casa. E, como a rua continuava deserta, me dei ao luxo de ir pra casa sem limpar a minha cara.

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