Conto erótico: o colega escravo sexual (+18)

Conto erótico: o colega escravo sexual (+18)
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Se você tivesse a oportunidade de ter um escravo sexual que realizasse todas as suas fantasias, você sabe o que exigiria?! A protagonista dessa história sabia muito bem e aproveitou o final de semana para fazer do seu colega de trabalho seu escravo do prazer. Confira todas as loucuras aprontadas por eles na cama e delire de tanto tesão!

Homem beijando nuca de mulher fantasiada

FOTO: Shutterstock

“Recentemente comecei a conversar com um homem que trabalha comigo, o André. Ele não era muito bonito, mas tinha um corpo perfeito, conquistado a custo de muita academia, e eu, apesar de estar perto dos 40 anos, ainda sou bastante sexy, e tenho um rosto de fazer inveja às meninas mais novas. Das primeiras conversas para uma cerveja e uma noite de sexo não levou muito tempo! Meu Deus, que homem na cama! Ele era perfeito e, exatamente por isso, resolvi colocar em prática com ele minhas taras mais secretas.

Depois de algumas semanas saindo juntos, aproveitei um momento mais tranquilo no trabalho e cochichei em seu ouvido que gostaria de vê-lo durante a noite. Era uma sexta-feira, e exigi que ele reservasse todo o fim de semana para mim! Saímos do trabalho direto para minha casa, jantamos algo leve, tomamos um banho e fomos direto para a cama.

Minha primeira surpresa foram as algemas, que usei para prendê-lo na cama. Mal dei tempo para que ele respirasse, e comecei um sexo oral de tirar o fôlego! Quando vi que ele estava chegando ao clímax, parei e sentei sobre seu membro, inchado de tanto prazer! Comecei a fazer movimentos firmes de vaivém, buscando sempre uma posição que me permitisse sentir mais prazer, mas, novamente, sem permitir que ele gozasse!

Logo em seguida, peguei um chicote que guardava sob a cama, falando que, a partir daquele momento, ele deveria ser meu escravo. Eu queria ser tratada como uma rainha, e iria castigá-lo caso não atendesse aos meus pedidos… Primeiro foi o gelo, que ele passou por todo o meu corpo com a boca. Aquele misto de frio e quente me deixava totalmente arrepiada. Depois, com duas chicotadas, exigi ser algemada na cama para que pudesse receber um sexo oral cheio de tesão. Como um bom escravo, ele me obedeceu e, por um período que pareceram horas, beijou cada centímetro do meu corpo, invadindo minha vagina com sua língua e me arrancando gritos de prazer.

Eu não aguentava mais, minhas pernas tremiam, minhas mãos estavam dormentes e meus seios arrepiavam com o simples toque de suas mãos. Ele não desistia e me chupava com muito vigor.

Quando notou que eu já estava quase sem forças, soltou as minhas mãos, me colocou de costas e me penetrou com sua enorme vara. Senti meu corpo sendo preenchido e, mais uma vez, cheguei ao orgasmo. Com movimentos lentos e cheios de força, ele fazia com que eu me sentisse a mulher mais desejada do mundo. Transamos por todo o final de semana, praticamente sem sairmos da cama. Na segunda, voltamos ao trabalho como se nada tivesse acontecido e hoje, sempre que estou com tesão, ligo para o meu escravo favorito e repito a experiência.

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