Uma traição não programada

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Meu nome é Paula, sou professora universitária e tenho 58 anos. 1,76, corpo não escultural e até meio gordinha, mas considerada gostosa, tendo uma bunda bem formada e saliente e seios, apesar da idade, ainda bem firmes. Modéstia à parte, sou muito bonita. Tenho três filhos, todos já na casa dos 30 anos, todos casados e com a vida resolvida.

Nesta semana, aproveitando minhas férias, fui para o Paraná visitar um de meus filhos e curtir minha netinha, que há algum tempo não via (filha do primeiro casamento de meu filho). Meu marido, devido ao trabalho não pode me acompanhar, o que já era normal, pois o trabalho dele era pouco flexível e suas férias ainda iriam demorar um pouco. Fui pra Maringá onde meu filho morava junto com a sua atual esposa, que tinha um filho do primeiro casamento. Estivemos em Londrina onde passamos o domingo todo no shopping Catuaí com minha netinha. Foi muito bom e divertido.

A noitinha voltamos para Maringá. Na segunda feira meu filho e sua esposa iriam para Curitiba a trabalho. Como já programado, na segunda de manhã eles partiram e eu fiquei com o filho da minha atual nora, mesmo porque, eram as férias escolares do mês de julho. A criança tinha 8 anos. Perto de onze horas, tocou a campainha e fomos ver quem era. A criança ficou toda feliz ao ver seu avô materno. Ele entrou, conversamos rapidamente na varanda e ele falou que a avó, sua ex-mulher, queria sair com ele para comprar um tênis. Não vi problema algum, mesmo porque já os conhecia de outras datas. Assim a criança e o avô saíram. Ele disse que mais tarde traria a criança de volta. Como disse, não me preocupei porque já os conhecia e à noite meu filho e minha nora retornariam de Curitiba, uma vez que foram e voltariam de avião.

Entrei e abri uma latinha de cerveja malzbier que tinha o costume de tomar. Um pouco mais de 40 minutos, o avô do menino tocou a campainha. Olhei pela janela e como o vi, saí para ver do que se tratava. Ele disse que a avó tinha pedido que ele levasse um agasalho. Não entendi, mas ele disse que eles iam até uma cidade vizinha fazer as compras e a noitinha na região sempre esfriava.
Abri o portão, a porta e quando ele entrou, disse que iria no quarto do menino buscar o agasalho. Nisso, fui para a copa e abri minha segunda latinha e fiquei ali bebendo tranquilamente. Minutos depois ele voltou com uma blusa do menino nas mãos. Aí ele perguntou se a cerveja não era muito doce e seu eu não gostava da cerveja comum. Disse a ele que até tomava uma vez ou outra com meu marido, mas que preferia a malzbier, justamente por ser mais docinha. Como ele estava com a blusa do menino na mão, eu disse a ele que abriria a porta. Nisso ele disse sorrindo: “será que seu filho fica bravo se eu tomar um whiski antes de ir? Fiquei com inveja de você!”. Fiquei meio sem resposta, mas como ele era o pai da minha nora eu disse que achava que não. Ele pegou um copo, colocou uma dose tipo dupla e sentou-se à mesa. Ficamos conversando sobre nossos filhos, ele dizendo sobre o tempo que estava separado da esposa, dentre outras amenidades. O papo estava legal e como não tinha como falar para ele “vai embora”, levantei e fui até a geladeira e peguei mais uma latinha. Já era minha terceira. Ele também levantou-se e foi ao barzinho na sala e se serviu de outra dose. Não sei exatamente porque, eu disse que duas ou três latinhas já me deixava molinha e que era meu limite. Isso, talvez, fez ele sentir alguma abertura que eu não tinha dado.

Ele me olhava com um certo e transparente desejo. Ele era um homem de seus 60 anos, forte, moreno claro, mãos e unhas bem cuidadas, cabelos grisalhos, enfim, um homem bem bonito. Quando ele foi pegar a segunda dose no barzinho, discretamente notei na região baixa que estava bem volumoso, mas não dei na cara, ao menos penso. A conversa fluía quando ele me convidou para irmos almoçar. Num primeiro momento disse que não, que tinha comida pronta na casa e que eu não queria atrapalhar ele, aliás ele tinha ainda que levar a blusa pro menino poder viajar com a avó. Ele disse que isso não era problema e insistiu, dizendo que era um restaurante perto dali, comida caseira, enfim. Acabei aceitando, mas disse que precisava tomar um banho e trocar de roupa. Ele  disse que esperava sem problemas. Terminei minha terceira latinha e fui para o banho, notando que ele me seguia com o olhar, especialmente para minha bunda. Ele ficou ali na copa.

Tomei meu banho e como não tinha levado roupas para o banheiro, me enrolei na toalha e fui em direção ao quarto, certo de que o corredor que levava ao quarto não dava acesso visual total ao lugar onde ele estava sentado. Mas, para minha surpresa, ele estava parado na porta do corredor me observando. Fiquei meio sem ação, mas segui em direção ao quarto para botar as roupas íntimas e um vestido. Ele me abordou delicadamente pondo a mão a minha frente, dizendo que me achava uma mulher muito bonita e sensual. Agradeci com um sorriso já prevendo por algo não programado. Ele, aproveitando que dei uma parada, me fez um carinho nos cabelos molhados, ao qual não ofereci resistência.

Ele pressentindo minha hesitação, me deu um beijinho no rosto e continuou fazendo carinhos em meus cabelos; e depois me deu um beijinho no pescoço, o que já me arrepiou toda. Depois, meio que de ladinho, me beijou a nuca, que mal ele sabia, era um de meus pontos mais fracos. Ele me abraçou pelas costas e continuou me beijando a nuca, as orelhas e acariciando meus seios sobre a toalha. Naquele momento, senti que não teria forças para resistir uma investida maior, vez que meus peitinhos já estavam intumescidos. Do nada, senti que a toalha foi para o chão, caindo aos meus pés, não sabendo dizer se foi ele quem a soltou ou a mesma soltou-se sozinha, mesmo porque naquele momento eu só sentia os sopros e sons vindos dele nas minhas costas. Eu já estava totalmente arrepiada e praticamente entregue àqueles carinhos leves e macios, do jeito que sempre gostei. Aqueles beijos em minha nuca e seus carinhos leves em meus seios me amoleciam as pernas, que eu já sentia tremer. Não sei se pelas três latinhas de cerveja que tinha tomado ou se pelos carinhos e pela situação inusitada até então para mim.

Sentia, enfim, todo aquele volume que eu tinha visto de relance na copa. Ele me apertava contra seu pênis com carinho para que eu realmente sentisse o que me esperava. Não parava de me beijar a nuca e acariciar meus seios. Do nada ele disse: “vamos almoçar”, e deu um leve sorriso, me soltando para que eu fosse para o quarto me trocar. De onde estávamos no corredor eram uns oito passos. Como estava ainda meio que paralisada fui em direção ao quarto para me trocar, ele abaixou-se, pegou a toalha e entrou no quarto fechando a porta bem devagarinho, jogando a toalha sobre um sofá que tinha no quarto. Senti enfim que, naquele dia, iria trair meu marido pela primeira vez em mais de trinta anos de casada. Era um misto de medo e vontade, estando contudo, como disse, meio que passada pelo quase inesperado.

Eu estava totalmente nua na frente de um homem que conhecia muito pouco e que não via como e talvez nem quisesse naquele momento evitar. Ele se aproximou me beijando carinhosamente os seios e aquilo foi me amolecendo ainda mais. Ele voltou a me beijar com carinho, porem um beijo muito romântico, tipo de cinema e aí senti na frente, todo aquele volume me apertando. Naquele momento, eu ali, nua, sem reação aparente e sem querer na verdade evitar, resolvi participar de forma mais ativa. Comecei então a desabotoar sua camisa, que era uma camisa social. Sua calça também era de tecido social. Tirei e a joguei no sofá ali ao lado. Desabotoei então seu cinto e abaixei sua calça. Nisso ele tirou o sapato usando os próprios pés e soltando de vez as calças a empurrou para o lado. Ai pude ver e sentir mais de perto todo o volume que aquele homem carregava, mal cabendo em sua cueca. Era muito grande e grosso. Ainda meio assustada, não tive coragem de ir mais longe naquele momento, mas com coragem comecei a lhe beijar e chupar os mamilos. Isso o deixou mais excitado ainda, podendo sentir que seu pênis a cada momento se dilatava mais e pulsava como se o coração ali estivesse. Nisso eu acariciava seu pênis e suas bolas com minhas mãos, ainda sobre a cueca. Aí ele mesmo colocou minhas mãos dentro da cueca pra sentir na pele aquele mastro enrijecido e muito rijo. Achei que tinha que tomar alguma iniciativa a mais, vez que o sexo já estava rolando mesmo, então resolvi me ajoelhar e abaixar sua cueca que ele erguendo os pés a afastou. Comecei a chupar aquela vara monstruosa que, de verdade, mal cabia em minha boca de tão grossa que era. Fui tentando engolir aquilo, mas chegava a engasgar e parava botando de lado na boca, mas um bom tanto daquilo ficava para fora de tão grande que era, e ele com movimentos gentis e leves fazia o vai e vem dentro da minha boca. Chupei aquela baita cabeça passando a língua por todo o corpo de seu pênis e também suas bolas, pondo uma de cada vez na boca e ele gemia. Sentia assim que estava também lhe proporcionando muito prazer e que ele se agradava de tudo. Nesse momento ele acariciava meus cabelos e orelhas com os dedos.

O seu pênis latejava. Ele me ergueu e me beijou muito na boca, no pescoço, me virou e beijou minha nuca de novo e encostando seu pênis enorme em minha bunda. Ele gemia com carinho, de leve, nada animalesco e isso me cativava. Minha bucetinha já tinha virado uma cachoeira de tão melada que estava. Ele botava o pênis por entre as minhas pernas, ainda por trás, roçando aquele pênis incrível na minha bocetinha e eu aproveitava para pressionar ele apertando as pernas e contraindo o bumbum. Tudo era muito prazeroso. Não sei como ele conseguia se segurar sem gozar. Seu pênis estava melado também, mas ele não tinha gozado.
Eu sinceramente já estava mais mole ainda, as pernas bambas demais. Não sei se ele notou meu tesão excessivo e me botou de quatro encostada na cama e começou a chupar minha bocetinha. Não resisti e gozei demais na língua dele, o que não o fez retroceder e sim, cada vez mais, enfiar sua língua em mim e me chupar com gosto. Sentindo meu gozo, ele levantou-se e encostou sua vara na portinha da minha boceta, que mesmo gozada e melada, ainda sentia a grossura de seu pau, que mal cabia ali. Ele começou a enfiar devagarinho, sempre carinhoso e gentil, mas foi fazendo o movimento de vai e vem, aumentando progressivamente até eu sentir suas bolas nas minhas pernas e bunda. Ele aumentou muito os movimentos e com vigor me fez gozar de novo e muito. Ele não gozava. Era incrível. Ele me sacaneava, pois tirava o pau devagarinho, mas sem tirar tudo, e depois socava de vez me fazendo gemer de dor um pouco e muito por prazer. Depois pediu que eu deitasse e enfiou com gosto seu pau em minha bocetinha num papai mamãe que nunca antes eu tinha vivenciado com tanta disposição e competência. Seu pau entrava e saía num vai e vem delicioso, o que me fez gozar de novo. Na verdade, já estava quase que extasiada de tanto gozar e surpresa, pois ele não gozava. Não sei como conseguia se segurar tanto. Meu marido botava dentro e já ejaculava, me deixando na maioria das vezes na mão. Ele, sentindo que eu gozaria de novo, tirou seu pau de minha bocetinha e começou a passar por fora dela e no meu cuzinho, numa esfregação muito gostosa. Na verdade, comecei a sentir medo de verdade, pela primeira vez, quando ele começou a chupar meu cuzinho e soltar saliva nele para, penso eu e depois tive certeza, deixar ele bem lubrificado. Ele lambuzava com o pênis, com a língua e depois começou a passar o dedo em círculos, salivando e enfiando o dedo aos poucos; sendo certo que o dedo dele não era dos mais finos não. Não satisfeito e me testando e me soltando, começou a enfiar dois dedos. Aquilo doía muito, mas não queria naquele momento chateá-lo e fui deixando pra ver onde ia parar aquilo.

Depois que ele enfiou os dois dedos bem fundo , ele me botou de quatro de novo. Foi ai que tremi na base. Não tinha como caber dentro de mim, em meu ânus uma vara daquele tamanho. Ele voltou a chupar meu cuzinho , enfiou a língua e salivou dentro dele e também seu pau. Eu ali quieta, só gemendo entre o medo e a tesão que estava e imaginando o que ia dar aquilo. Quando ele botou a cabeça de seu pau na portinha do meu cuzinho, tremi de vez na base. Tinha que tentar satisfazer aquele homem. Ele tinha me dado tanto aquele dia. So consegui dizer: “põe devagarinho”. Ele só me deu um tapinha de leve na bunda. Começou a forçar a entrada e aquilo doía demais, parecia que estava, e estava literalmente me rasgando. Mas ali, submissa, entendia que tinha que aguentar, ou ao menos tentar e fui deixando seguir e tentando relaxar e aquilo tudo que foi entrando. Devagar, mas cada vez mais fundo, sentia que parte estava pra fora ainda de tão grande que era o pênis dele. Ele foi socando devagar, tirava e botava de novo. Eu sentia que estava totalmente preenchida e aquilo que sentia, entre a dor e o tesão, fui suportando com certa galhardia. Do nada ele aumentou o vai e vem, indo cada vez mais fundo e rápido e começou a gemer, urrava, na verdade. Enfim aquele homem estava gozando. Era muito sêmen, muita porra dentro de mim. Ele urrava e socava com mais força e eu ainda sentia jatos de porra entrando em mim. Nisso ele foi me abaixando na cama e ainda sem tirar o pau, me deu mais umas duas a três socadas com gosto. Ele me trouxe fora da cama com o pau ainda dentro, e depois de pé ele foi tirando o pau, bem devagarinho, para meu tesão e alívio. Quando ele tirou tudo saiu muita porra para fora que escorria pelas minhas pernas com sangue e tudo o mais. Ele gentilmente foi ao banheiro, trouxe um rolo de papel higiênico e me ajudou a me limpar, evitando naquele momento o uso de toalha. Me beijou muito ainda na boca antes de irmos pro banheiro e tomarmos um banho rápido para enfim irmos pro tal almoço.

Coloquei minhas peças e um vestido e fomos para o almoço. Estava dolorida, mas extasiada e completamente satisfeita. O restaurante era perto mesmo, numa estrada que dava acesso à cidade vizinha. Pouco antes do restaurante, tinha um motel, muito chique mesmo, aqueles de primeira linha, aparentando puro luxo. Ele me olhou, deu uma risadinha safada e disse: minha ideia era te trazer aqui antes do almoço, mas fiquei com tanta tesão por você que não resisti e fizemos o que fizemos lá mesmo. E explicou que a blusa do menino foi apenas uma desculpa para ter voltado lá na casa da filha e para tentar me convencer a ir ao almoço com ele. Chegamos no restaurante, bebemos mais algumas cervejas e fizemos um almoço leve, ou melhor, quase jantamos; e nos pusemos de volta. Saindo do restaurante, acho que um pouco sob o efeito da bebida, eu disse, quase que instintivamente que aquele motel devia ser muito luxuoso e lindo por dentro. Ele disse sem hesitar que já conhecia e se eu quisesse poderíamos dar uma paradinha lá. Fiquei meio preocupada, pois já eram quase dezoito horas e meu filho e a filha dele deveriam chegar perto das 20h30.

Resolvemos, depois de ele insistir, que só iríamos dar uma descansadinha, entrar e conhecer o motel. Realmente era um quarto dos sonhos com banheiras, torneiras imitando ouro, cama redonda, espelhos pra todo lado. Um luxo. Puro luxo! Como estava calor, ele tirou a camisa . Eu deitei de roupa mesmo, só tirando os sapatos e fiquei ali de ladinho, descansando, enquanto ele foi ao banheiro. Acabei cochilando, depois de dar uma olhada por tudo. Quando me dei por mim, senti de novo um pau enorme roçando minha bunda. Não acreditei, mas fiquei na minha. Ele ergueu meu vestido e ficou me acariciando as coxas e sussurrando nos meus ouvidos e me lambendo. Comecei a me excitar de novo. Aquele pau enorme de novo roçando minha bunda era demais, demais de bom! Pedi licença e fui ao banheiro para passar um fio dental nos dentes e fazer um enxague e, na verdade, para tentar fugir daquilo tudo de novo.

No banheiro vi um KY e pensei comigo mesmo que teria sido menos doloroso com aquele gel. Vi no espelho que ele estava na porta de pau duro, super duro me observando. Quando me viu com o KY nas mãos, pegou ele e me trouxe de novo pra cama de mãos dadas. Pensei: “será que aguento mais vara no cuzinho?”. Achava que ele só gozava pondo no cuzinho.

Ele tirou meu vestido, minha calcinha, meu sutiã e me botou de quatro, agora em cima da cama e começou a passar o gel no meu cuzinho, enfiando o dedo. O cuzinho ainda estava alargado, pois fazia pouco tempo da nossa transa. Botou muito gel na beirada e dentro de meu cuzinho. Depois lubrificou aquela vara enorme, lambuzando tanto quanto pode, acabando praticamente com o pote de KY e veio com o mesmo apetite, só que agora com mais fome, pois acho que também se preocupava com o horário. Ele botou na portinha e deu uma socadinha que fez entrar um pouco e depois foi escorregando pra dentro toda aquela vara enorme. Doeu, mas menos, primeiro porque já esta alargadíssimo e depois porque o gel é também anestésico. Ele bombava com tanto gosto, que confesso que, gozei pela primeira vez na vida sendo comida por trás. As vezes de tanto meu marido insistir eu deixava ele me comer por trás, mas era um pênis pequeno que não incomodava. Foi delicioso, pois sentia o ânus todo preenchido e agora sabia que tinha entrado tudo, pois punha as mãos para trás e sentia só as bolas que se encostavam na minha bunda. Ele judiou muito, socava e fazia o vai e vem sem parar, com velocidade. Parecia um jovem de 20 anos. Às vezes, ele tirava bem devagar e deixava só um pouquinho lá dentro, para depois empurrar com força tudo de novo. Foi bom demais, apesar da dor que ainda insistia em aparecer. Ele não tinha gozado ainda. Veio em meu ouvido e beijando levemente minha orelha, sussurrou que queria gozar na minha boca. Eu só tive um lampejo e disse: “só se você lavar o pênis e deixar eu chupar o seu cuzinho também”. Ele mais que depressa foi ao banheiro, lavou bem e voltou.

Chupei o máximo que podia e minha boca e língua aguentavam. Sabia que iria embora e não mais teria tamanha chance de uma transa completa. Chupei o cuzinho dele que era bem lisinho. Lambi, enfiei a língua e os dedos, quase que como numa vingança. Cheguei a usar um restinho de KY e enfiei três dedos nele. Ele gemia muito. Acho que na verdade todos os homens gostam do chamado fio terra. Ele estava quase gozando com meus dedos em seu cuzinho e pediu pra eu chupar o pau dele que ele queria gozar. Fui e ele gozou na minha boca, um tanto e depois no meu rosto e peitos. Urrava e gozava. Naquele momento vi o quanto de porra ele tinha jorrado em meu cuzinho na primeira transa ainda na casa. Quando acabou, pediu que eu o lambesse. Lambi seu pau bem gostoso e depois o seu cuzinho mais um pouco e soquei de novo os dedos. Por incrível que pareça, ele gozou, agora menos, mas gozou bem ainda com meus dedos no seu cuzinho. Já estava escuro, então tomamos um banho e fomos correndo pra casa. Nos despedimos no portão de forma discreta e depois disso, não o vi de novo. Meu marido nem imagina isso e quando pede pra comer meu cuzinho digo que não quero mais esse tipo de transa.

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