Trocando o óleo

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Mais uma vez o carro estava com problemas e, como sempre, resolvi levá-lo até a oficina do Valmir, um antigo amigo do meu marido e um mecânico muito competente. Como estava indo para a academia, usava uma malha de ginástica e um top minúsculo, que ressaltava o volume dos meus seios, grandes e firmes apesar dos meus 38 anos. Eu sabia que estava chamando a atenção, mas não poderia imaginar que minha roupa faria com que minha tarde fosse inesquecível.
Cheguei na oficina um pouco antes do almoço, por isso, apenas o Valmir estava lá, esperando o retorno dos funcionários. Saí do carro, cumprimentei-o com um abraço e expliquei o que estava acontecendo com o motor. Apesar de nos conhecermos há tempos, percebi que ele me olhava
com mais interesse do que o normal, especialmente para meus seios, e para a região do meu ventre, marcada pela calça justa… Estranhamente, a sensação de ser desejada pelo amigo do meu marido me excitou, fazendo com que eu me inclinasse ainda mais, melhorando a visão que ele tinha dos meus seios.
Tomado por um impulso louco, ele me agarrou e me beijou, falando que há muito tempo pensava em me possuir, mas que por respeito ao Carlos, estava se controlando. Só que agora, comigo vestida daquela forma, praticamente me oferecendo, ele não se faria mais de rogado e iria me comer ali mesmo, na oficina, sobre o carro do meu marido!
Tentei negar e me soltar de suas mãos, mas ele era forte, e já havia me dominado! Com violência, rasgou meu top e passou a morder meus seios, fazendo que a minha resistência diminuísse cada vez mais. Habilidoso, me colocou no capo do carro, abaixou minha calça e me comeu ali mesmo!
Indecisa se aquilo era o certo ou não, quando senti seu membro invadindo minha gruta, tive certeza de que precisava de todo aquele prazer!
Ondas de calor percorriam meu corpo, que estava formigando, tamanho o tesão que sentia por aquele homem. Como pode? Um homem rústico, sujo de graxa, ser tão bom de cama…
Ele me chamava de safada, de gostosa, e falava que nunca havia tido tanto prazer com outra mulher antes! Dizia em meu ouvido como eu era apertadinha, e como eu fazia com que ele gozasse gostoso! Puxando meus cabelos, apertando meus seios e me dando tapas na bunda ele me deixava sem reação. Era perfeito! Eu gemia e gritava, implorando por muito mais.
Queria desmaiar de prazer e só acordar quando ele estivesse pronto para me satisfazer novamente.
Com um gesto brusco ele me colocou de joelhos no chão, pedindo para que o chupasse! Comecei com lambidas na coxa, na virilha e nas bolas, para logo abocanhar aquela vara, que não era muito cumprida, mas que mal cabia na boca de tão grossa! Chupei com vontade, queria sentir que podia dar tanto prazer a ele quanto estava recebendo, mas logo fui interrompida por outra ordem daquele macho cheio de virilidade.
Novamente de quatro sobre o carro, senti suas mãos afastarem minhas nádegas, para que sua língua firme vasculhasse o interior do meu anelzinho. A sensação era nova para mim, mas logo eu estava relaxada o bastante para receber a primeira estocada.
Ser penetrada por trás foi a cartada final para que eu me entregasse de corpo e alma! Estava tão eufórica que não conseguia perceber o chão sob meus pés, parecia que estava flutuando,  envolta em uma nuvem de tesão e carinho.
Gozei quatro ou cinco vezes até que, cansado de se divertir ele resolveu me deixar partir, suja, descabelada, com as roupas rasgadas, mas renovada sexualmente!

Leia amanhã: “Loucuras no elevador”

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