Ponto final

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É sempre assim! Prometo que vou dar uma passada rápida na festa, bebo um pouco, me empolgo e acabo ficando lá por horas, até que alguém me carregue para casa. Dessa última vez, passei de todos os limites: saí da festa completamente bêbada, sem muito dinheiro e, para piorar, não tinha carona para chegar em casa. Tropeçando, caminhei até o ponto mais próximo e esperei cerca de quarenta minutos até que um ônibus passou. O motorista era um homem de trinta e pouco anos, de olhos claros e charmoso. Usava a camisa da empresa aberta, revelando um peitoral bem definido e braços musculosos… Perdi a fala por alguns segundos enquanto o admirava, e quase não ouvi a fala dele:
– Moça, não tem mais ônibus esse horário! Para onde você vai? Eu posso te levar!
Recomposta, expliquei onde era minha casa, e implorei por uma carona até lá, já que não estava em condições de andar pela rua…
– Olha, geralmente não posso fazer isso, mas vou quebrar um galho…
Subi rapidamente e sentei perto dele, para podermos conversar um pouco. Durante o papo percebi que ele olhava constantemente para minhas pernas, e logo começou a elogiar meu corpo, minhas pernas e a falar do meu decote, muito insinuante! Excitada com o interesse dele, resolvi transformar aquela noite em uma lembrança única para nós. Andei até o lado dele e comecei a passar a mão por seu peito, sua barriga, suas coxas… Me ajoelhei e sussurrei em seu ouvido:
– Acho que sei como te agradecer!
Abrindo o zíper da sua calça e liberando seu membro, não hesitei em começar a chupá-lo com intensidade! Os gemidos de prazer daquele homem me deixavam ainda mais empolgada, louca para ir mais longe! Implorei para que parasse o ônibus em algum terreno escuro perto da minha casa, para que eu pudesse “agradecer direito”. O pedido foi prontamente atendido e, logo que o movimento cessou, me sentei sobre seu colo, afastando minha calcinha e sendo preenchida por aquele mastro enorme! Minhas pernas estavam molhadas, tamanho o meu prazer… Ele me beijava o pescoço, chupava meus seios e apertava minha bunda, me trazendo em direção ao seu
corpo! Cada estocada era um choque de tesão que me deixava mole, e mais empolgada com a situação! Ele me levantou, me comendo de pé por algum tempo! Tudo era muito intenso e prazeroso… De costas para ele, me apoiei sobre o painel do ônibus, empinando minha bunda e pedindo por mais! Ele não vacilou, com um único empurrão passou a devorar meu anelzinho, enquanto seus dedos invadiam minha gruta e me davam mais e mais prazer! Cheguei ao orgasmo duas vezes até que ele, explodindo em desejos, conseguiu gozar. Recompostos, ele me deixou em casa… Fiquei louca por um segundo encontro, mas, infelizmente, nunca mais nos encontramos.

Leia amanhã: “Sem grana para o táxi”

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