Plantão no quartel

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Sou casada há alguns anos com um sargento do exército. Mesmo sendo apaixonados, nunca temos tempo um para o outro. Eu trabalho o dia todo e ele tem turnos a noite, quase não nos vemos em dia de semana. Mas pior do que ficar sem se ver é ficar sem sexo. Às vezes damos um jeito de escapar em horário de almoço e jantar, mas nem sempre conseguimos. Alguns dias atrás eu estava assistindo TV e resolvi colocar um filme adulto. No filme, uma mulher se vestia com uma peruca e uma roupa totalmente diferente do que usava e surpreendia o marido em uma viagem de negócios. Achei aquela ideia fantástica e resolvi colocar em prática, talvez isso apimentasse nosso relacionamento. Cheguei do trabalho e meu marido ainda não tinha saído para seu turno noturno. Tentou de todas as maneiras me levar pra cama, mas eu estava firme em não deixar, falando que estava cansada e queria dormir. Entrei no banho e ele foi embora, bravo e irritado. Algumas horas depois me preparei para a surpresa. Coloquei uma lingerie bem sexy, uma farda de soldado e uma peruca loira cumprida (meu cabelo é bem escuro e com corte chanel, mesmo ele sempre pedido para eu mudar, nunca tive vontade antes), me maquiei e fui até o quartel. Entrei na sala de meu marido bem lentamente, ele estava de costas. Quando o toquei no braço e ele se virou, vi que estava com seu membro na mão, o acariciando e aquilo me deixou ainda mais excitada. Ele me viu e levou um susto, não sabia quem eu era. Pedi que não se preocupasse, que já havia passado por isso antes.
– Sei como é difícil ter turnos noturnos e ficar dias sem sexo. Meu marido também nem me dá bola. Não é a primeira vez que pego alguém no flagra. Vem aqui, eu posso te ajudar a aliviar a tensão. Nesse momento eu já estava toda molhada. Sentei em seu colo e comecei a beijá-lo e a me mover lentamente em cima de seu pênis, que já estava duro novamente de tanto tesão. Lentamente tirava sua farda e ele abria a minha. Quando ele já estava totalmente nu e eu apenas de calcinha e sutiã iniciei um sexo oral de tirar o fôlego. Enfiava o quanto eu podia na minha boca. Depois de ele se derrubar em mim, sentei em sua mesa e o puxei, ele arrancou as peças que ainda estavam no meu corpo e começou a lambê-lo. Com um puxão no meu cabelo ele me fez curvar as costas de prazer e me penetrou inteiramente. Dava-me fortes estocadas que me faziam gemer de prazer. Aquilo tudo era tão intenso. Ele me fez ficar de costas e mais uma vez entrou em mim. Naquela noite fizemos sexo em todas as posições e gozamos diversas vezes. Tentamos coisas que nunca havíamos feito antes. Foi tão incrível quando ele descobriu quem eu era que pensamos em repetir mais vezes essas surpresas.

Leia amanhã: “Desvirtuando o seminarista”

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