O professor de piano

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Meu nome é Sofia e a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 16 anos e ainda era virgem. Meus pais sempre acharam importante ter uma educação musical e, desde pequena, fazia aulas de piano com uma senhora. No entanto, logo após os meus 15 anos, essa senhora faleceu e passei a ter aulas na casa de um novo professor, o Vitor. Ele era divorciado, moreno, tinha uns 40 anos, era divertido e eu adorava as aulas dele. De cara, comecei a alimentar uma paixão platônica. Quando ele me conheceu, eu era meio sem graça, as formas do meu corpo ainda não estavam definidas, eu não me via como uma garota bonita. Porém, depois que fiz 16 anos, eu já era uma mulher feita, mas a minha cabeça continuava a ser a de adolescente e não tinha muita malícia. Vitor notou essa mudança em mim e, conforme as aulas passavam, começamos a ficar mais e mais íntimos. De início, ele me perguntava sobre namorados e festas que eu frequentava. Mas a conversa foi tendo outro rumo e, no final, já falávamos da minha vida sexual. Me sentia tão à vontade com ele que não importava de contar o que eu fazia com os meninos, dos malhos, das passadas de mão, de sexo oral, mas sempre lembrava que eu só perderia a minha virgindade com o homem que eu amasse. Bem, em um dia de aula, eu estava sentada no banco em frente ao piano, tocando uma música complicadíssima, quando Vitor sentou-se próximo a mim, mas não simplesmente ao meu lado. Uma de suas pernas estava na parte da frente do banco e a outra estava atrás, ficando ele encaixado de lado ao meu corpo. Dava para sentir a sua respiração no meu ouvido, enquanto ele falava: Olha, Sofia, você tem que elevar a palma da mão para o seu dedilhado ficar mais elegante – e colocou as suas mãos sobre as minhas, ensinando-me. – Toque novamente. Não posso dizer que aquele toque passou despercebido. Ele era bonito, cheiroso e tinha um porte atlético. Ele me interessava, claro, mas não podia pensar que ele estivesse a fim de mim. Em um determinado momento, ele repousou a mão sobre o meu joelho e eu fiz de conta que não percebi, continuei tocando a música. Vagarosamente, sua mão começou a subir e eu permanecia tocando piano, errando as notas, mas deixando que ele continuasse os movimentos. Vitor, então, desceu a sua mão até o meu joelho e fez o caminho de volta sob a minha saia até chegar à minha calcinha. Nessa hora, parei de tocar o piano, olhei em seus olhos e abri um pouco as minhas pernas para que ele pudesse ir mais fundo nas carícias. Sua mão entrou dentro da minha calcinha e ele começou a acariciar o meu sexo. Com a outra mão, segurou a minha nuca e aproximou os seus lábios do meu, mas ao invés de me beijar, passou a língua em meus lábios primeiro, me provocando. Só depois me deu um beijo profundo, que me fez soltar um gemido. Vitor me levantou e me levou até o sofá ao lado do piano, deitando-me delicadamente. Ali, nós começamos a nos beijar e a passar as mãos em todas as partes do corpo. Quando eu estava bem excitada, ele retirou a minha roupa. Começou beijando meu pescoço, depois os meus seios. Nessa parte, ele demorou: passava a língua ao redor dos meus mamilos e dava leve mordiscadas. Isso me levou à loucura! Depois, com as mãos em meus seios, ele desceu a boca até o meu umbigo, onde brincou um pouco com a língua, e aterrissou na minha virilha. A forma como ele passava a língua em meu sexo era muito erótico: em alguns momentos, parecia um beijo de língua, delicado e suave, em outros, era como se estivesse sendo penetrada por um pênis! Ele permaneceu fazendo aquele sexo oral em mim até que eu tivesse o meu primeiro grande orgasmo. Fiquei tão feliz com aquela sensação que a minha vontade era retribuir, mas naquela época, sabia bem pouco o que fazer. Mas Vitor sabia como seguir adiante com aquela brincadeira: abaixou as calças e a cueca dando oportunidade para que o seu pênis enorme, cheio de veias e duro, se mostrasse. Hoje vou te ensinar uma lição que vai levar para o resto da sua vida! – disse ele, com a voz cheia de tesão. Então, ele me posicionou diante de seu pênis e foi me guiando enquanto eu o chupava. – Isso… agora chupa só a cabeça… isso… mais rápido… gostosa! Sua boca é uma delícia! – dizia ele, conforme eu acertava o que ele queria. Ele me ensinou tudo o que um homem gostava em um sexo oral, quando agir com mais rapidez, quando brincar mais com o pau, lamber as bolas… tudo! Nós tivemos muitas outras “aulas especiais”, mas nunca chegamos às vias de fato, afinal, eu só transaria com o homem que amasse, mas enquanto eu não achava o cara certo, Vitor me levou muitas vezes a diversos suspiros em todas as escalas musicais.

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