O passado bate à porta

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Sempre tive uma queda pelo meu professor do colegial. Passei meus três anos do ensino médio gamada por ele. Sempre conversávamos nos finais de semana e nas férias. Nos churrascos ficávamos sozinhos, mas nenhum tomava uma atitude. Rolavam boatos de que ele era apaixonado por uma aluna, mas ninguém sabia quem era.
Os anos se passaram sem que trocássemos uma palavra, perdemos o contato e cada um seguiu com sua vida. Algum tempo depois, fiquei sabendo de uma festa que minha turma ia fazer e fiquei empolgada com a ideia de rever o Caio, meu professor. No dia da reunião eu me preparei para deixa-lo de boca aberta. Com certeza eu tinha ficado mais bonita, com cara de mulher, não mais de criança, agora estava loira (diziam que ele tinha uma queda por loiras) e meu corpo estava escultural. Solteira e com um vestido de tirar o fôlego, estava pronta para deixa-lo aos meus pés.
O local da festa era a casa de um dos ex-colegas, onde sempre eram os churrascos. Logo que cheguei, vi que algumas pessoas olharam para mim, mas não o vi em lugar algum. Fui até o bar e peguei uma bebida. Quando me virei lá estava ele, apoiado na varanda, olhando para frente, admirando a vista que o quintal dava pra piscina. Era agora ou nunca. Fui ao lado dele e perguntei se queria uma antiga companhia. Acho que ele levou um susto quando me viu, pois não sabia o que falava. Ri da cara dele e falei que ele estava ótimo. Ele sorriu, um sorriso lindo, do jeito que me lembrava, e me disse que eu estava linda. Sabia que ele estava pensando o mesmo que eu, pois quando olhei para baixo percebi que havia certo volume na sua calça, o que me deixou excitada. Se só de me olhar eu deixei ele assim, imagina quando eu estiver em cima dele, beijando seus lábios e acariciando aquele volume incrível.
Conversamos, bebemos e demos risada. O assunto começou a ficar cada vez mais picante e pessoal quando começamos a falar de sexo e experiências. Eu já não aguentava mais, estava com um tesão incrível por aquele homem, precisava dele. Resolvi confessar minha maior fantasia. Contei que sempre quis transar com um professor e que era ele quem me atiçava a pensar assim. Ele me olhou e falou que a sua fantasia era transar com uma aluna. Nós nos encaramos e ele levantou, pegou minha mão e me levou para o banheiro da piscina. Chegamos lá e mal fechei a porta, ele já estava me beijando.
Nos beijamos e nos acariciamos por um tempo, até que nenhum aguentava mais. Ele começou a tirar meu vestido. Me virou de costas e abriu o zíper, apertava meus seios enquanto lambia meu pescoço. Me virei e comecei a tirar sua camiseta. Aproveitei para brincar um pouco por cima da
calça antes de tirar seu membro enorme da cueca e enfiá-lo na minha boca. Eu olhava para ele e via sua cara de tesão, enquanto ele segurava a minha cabeça e puxava meu cabelo. Assim que gozou, ele me levantou e me colocou sentada na pia. Começou beijando minha coxa e foi subindo até chegar nos meus seios. Ele os acariciava, lambia e mordia meus mamilos, me deixando louca para tê-lo dentro de mim. Ele voltou seu caminho enquanto ainda segurava meu peito com firmeza.
Passou novamente pela coxa e foi entrando para minha virilha, abrindo ainda mais minhas pernas e lambendo meu sexo. Eu já estava louca de tesão, molhada e chegando ao clímax. Ele foi o único que me fez ter orgasmo com sexo oral, eu estava nas alturas. Me levantei, empurrei ele até que se sentasse na tampa do sanitário e sentei em cima dele. Ele me beijava e apertava minha bunda e eu cavalgava nele, devagar no começo. Depois ele me empurrava para cima, apertava minha cintura e mordia meus mamilos. O ritmo ficou mais rápido e eu cheguei ao orgasmo, mas ele não parou, ele continuou dando rápidas estocadas me fazendo ter mais uns dois orgasmos e mais uma vez, chegando ao clímax junto dele. Infelizmente nunca mais nos encontramos, mas sem dúvidas, aquela foi a melhor transa que eu já tive.

Leia amanhã: “O bem-dotado”

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