O “pai” do noivo

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Rafael, o meu noivo, é um homem muito bom, perfeito para casar, mas é muito calmo, tranquilo, sem grandes surpresas. Já o seu padrasto, Carlos, um homem de 50 anos, muito atraente, era exatamente o oposto . Vivia beijando a esposa, adorava ver revista de mulher pelada, motel, pornografia… nem pareciam da mesma família.
Como não poderia ser diferente, Carlos sempre estava me encarando com desejo, afinal, sou uma mulher atraente, tenho um corpo bonito e os homens costumam me paquerar. No começo estranhava, mas no final, passei a achar normal.
O meu casamento estava todo planejado e, quem me levaria ao altar seria o Carlos, já que meu pai faleceu. Decidimos, uma noite antes, ensaiar algumas partes do casamento para evitar furos na hora H e para aliviar um pouco a ansiedade. Uma dessas partes, era o trajeto que faríamos da minha casa até a igreja.
Carlos passou na minha casa na hora combinada e partimos em direção à igreja. No meio do caminho, ele decidiu experimentar um atalho, que passava por uma rua de terra sem grande movimento e o pior aconteceu. Ficamos atolados. No meio do nada e sem ninguém por perto.
Não tinha outro jeito, eu teria que ficar no volante enquanto Carlos empurraria o carro. Mas o que conseguimos foi sujar toda a roupa de Carlos com a lama que saía dos pneus. Quando desci do carro para ver o que havia acontecido, levei um escorregão e caí de bunda no chão. Não aguentamos e começamos a rir. “Ainda bem que não foi no dia”, pensei. Logo me prontifiquei a ajudar a limpá-lo, mas não teve jeito e ele tirou a camisa. Para retribuir ele me virou e passou a tirar a lama da minha bunda. Mas o seu “serviço” começou a virar carinho e, ao invés de me afastar, deixei que ele continuasse.
Carlos me virou, ficou frente a frente comigo e me beijou a boca, suavemente, e me pegou no colo. Abriu a porta de trás do carro e me colou no banco, deixando minhas pernas para fora. Com delicadeza, retirou a minha roupa toda. Quando me viu nua, ele disse coisas como “você é linda”, “gostosa”, “quero chupar você inteira”, “vou te fazer gozar”, frases que meu noivo nunca falava para mim e fui me deixando levar.
Ele começou a me chupar, seus lábios eram macios e sua língua mágica, me fazendo contorcer de tesão. Porém, quando ele estava para me penetrar, o celular dele tocou. Era Rafael querendo saber o motivo da demora.
Nessa hora, eu queria sumir de vergonha. Mas Carlos explicou rapidamente o acontecido e falou que chegaríamos em breve. Eu já estava desistindo de tudo, quando ele disse:
– Onde você vai, gatinha? Temos assuntos a finalizar! – e me pegou pelas pernas, deixando de lado toda delicadeza de antes, transformando-se em um verdadeiro animal – Agora, você vai saber como é ser comida por um homem de verdade!
E me penetrou de uma só vez. Enquanto me comia, ele me segurava pela cintura com uma das mãos e com a outra, toda suja de lama, ele segurava o meu pescoço contra o banco do carro. Ele me possuía com tanta força e com tanta vontade que não resisti mais. Aceitei cada milímetro daquele membro dentro de mim. Carlos me chamava de puta, de vadia, e eu gostava. Dizia que ia me comer sempre que quisesse e eu concordava. Com o Carlos, gozei duas vezes seguida, coisa que o Rafael nunca me conseguiu fazer.
Quando finalmente gozou, ele voltou a ser carinhoso e me beijou na boca, dizendo que eu era maravilhosa, que não contaria para ninguém e que adoraria, de verdade, repetir a dose. Eu disse que não, na hora, afinal, estava para me casar no dia seguinte. Atualmente, nos vemos de tempos em tempos, quando o tesão bate e quando eu quero que alguém me trate como cachorra…

Leia amanhã: “O passado bate à porta”

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