No vestiário

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Odeio aula de educação física. Sempre que posso fujo dessa aula. Resultado? Recuperação. Ficar durante as férias naquela escola, correndo de um lado para o outro e suando foi horrível. A única vantagem foi ter conhecido o Bruno, filho do meu professor de EF.
Nos conhecemos no segundo dia de ‘aula’. Meu professor me fez dar três voltas pela escola e 30 polichinelos. Eu estava exausta e precisava urgente de um banho. Assim que ele me liberou, corri para o vestiário, não aguentava mais fica suada. Entrei no chuveiro e relaxei. Ninguém
merece toda essa correria logo cedo. Saí do banho e ouvi um barulho vindo dos armários, me enrolei na toalha e fui ver quem estava lá. Era um garoto alto, musculoso, deveria ter uns vinte e poucos anos. Ele olhou pra mim assustado primeiramente, mas depois que viu meus trajes (só uma toalha de banho) me olhou com cara de safado, abriu um sorriso e disse que era o filho do treinador.
Eu já tinha ouvido falar dele, que era bonito, mas que não dava bola para ninguém. Achavam que ele era gay. Mas depois da olhada de cima a baixo que ele me deu, tinha certeza que de gay ele não tinha nada. Me apresentei e pedi desculpas por estar quase nua. Ele sorriu ainda mais e falou que eu estava linda daquele jeito. Me senti extremamente excitada por ele. Aquela sua barba por fazer, os músculos de fora, a tatuagem no bíceps, tudo me deixava com uma vontade incrível de jogar minha toalha e beijá-lo. Mas acho que ele foi mais rápido.
Antes mesmo que eu pudesse falar alguma coisa, Bruno me puxou num beijo de tirar o fôlego e tirou minha toalha. Ele me apertava contra seu corpo, passava as mãos por minhas costas, agora nuas, e apertava a minha bunda. Eu o puxava mais para mim e segurava seu pescoço. Sabia que ele estava com tanto tesão quanto eu. Podia sentir sua excitação na minha perna. Comecei a tirar sua roupa enquanto ele acariciava meus seios e brincava com meus mamilos. Ele me empurrou contra os armários, me ergueu e começou a lamber minhas pernas, minha virilha e meu sexo. Enfiou seus longos dedos em mim enquanto me beijava e eu o acariciava com as mãos. Depois de gozar ele ainda continuava com tesão, e eu também. Levantou-me e me encaixou em seu membro. Mal tive tempo para respirar e ele já estava estocando em mim fazendo movimentos rápidos até atingir o orgasmo. Nunca tive uma experiência como essa. Eu gritava e me contorcia de prazer. Transamos nos bancos, no chão e no chuveiro. Com certeza aquela foi a melhor aula de educação física que eu já tive.

Leia amanhã: “Lembranças são eternas!”

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