Na Balada

Avalie

Sexta feira, lá estava eu depois de uma semana de trabalho desgastante e para piorar um ficante ciumento e que achava que podia mandar em mim!
Depois de colocar ele em seu devido lugar, longe de mim é claro, estava livre para aprontar, naquela noite queria sair para causar!
Após experimentar várias e várias roupas, optei por um vestidinho curto e agarrado ao corpo, por ser tão agarrado ao corpo a calcinha ficava marcando, então preferi ficar sem!
Naquela noite estava afim de ferver! Para isso ao invés de camarote, fiquei na pista, no meio da agitação! Não foram poucas as cantadas que recebi, mas foi de um jovem moreno que mal recordo o nome, mas me lembro como se fosse ontem suas feições e seu cheiro.
Com aquele rosto marcante, com barba por fazer, o perfume hipnotizante e aquele corpo forte e másculo, ele não precisaria de muita conversa naquela noite para me ganhar.
Trocávamos beijos tão frenéticos quanto a musica que tocava, enquanto beijávamos suas mãos percorriam meu corpo.
Pausamos os beijos para dançar um pouco, me posicionei de costas para ele, eu tocava meu bumbum em sua cintura, podia sentir seu pau endurecer naquela calça jeans um tanto justa que ele usava, com suas mãos dançando em minhas coxas.
Tornei a virar para beijá-lo! Suas mãos agora eram mais ousadas, subiam em minhas coxas tentando explorar por baixo de meu vestido.
A primeira tentativa eu interceptei, ainda antes de entrar em baixo do vestido. A segunda interceptei já dentro de meu vestido mas antes de chegar em minha partes íntimas e dizendo a ele: “Aqui não, você tá doido?”
Mas na verdade quem estava doida, era eu! Pois ele me pegou pela mão e me arrastou para o canto do salão, e pela terceira vez e desta vez sem resistências, colocou sua mão por baixo de meu vestido.
Seus dedos brincavam com minha chaninha, eu o beijava, o mordiscava a boca e orelha, seus dedos me levavam ao paraíso.
Por algumas vezes ele tirava os dedos de minha bucetinha para sentir o gosto do meu mel.
Quando ele voltava com seus dedos, minha excitação parecia maior, a ponto de eu rebolar neles e soltar gemidos um pouco mais altos.
Eu sentia meu orgasmo se aproximar e eu pedia para ele não parar, não me importava se alguém olhava para aquele canto da parede, o que eu queria mesmo era gozar.
Rebolei naqueles dedos como se só houvesse nós dois ali, gozei e minhas pernas tremeram a ponto de ter que ser amparada, para não cair no chão.
Após recuperar o fôlego disse que precisa ir ao banheiro e acabei dando um perdidinho naquele que me fez gozar no meio da balada!

Mais lidas