Loucuras na festa à fantasia

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Cheguei à festa com uma estranha sensação de que ia ser muito, muito boa. Sempre vou nessas festas universitárias com minhas amigas, mas pela primeira vez estava ansiosa. Provavelmente porque fantasia e máscara era traje obrigatório, ou seja, ninguém saberia quem era quem, se era bonito ou se já havia visto antes. E só isso já me deixava estranhamente excitada.
Entrei no salão e ele já estava lotado. Meninos e meninas conversando, bebendo, beijando, todos escondidos por de trás de uma máscara, que só seria retirada quando as luzes se acendessem. Resolvi pegar uma bebida no bar, enquanto minhas amigas foram para a pista de dança. Quando peguei meu drink, um moço apareceu ao meu lado e perguntou se eu estava gostando da festa. Respondi que sim, que toda essa história de não reconhecer ninguém era demais. Ele abriu um sorriso enorme, de tirar o fôlego e deixar qualquer garota com as pernas bambas. Também sorri, um sorriso malicioso, aquele que meu melhor amigo diz que eu tenho… o sorriso devastador.
Sem falar nenhuma palavra, ele me puxou para a pista de dança e começamos a dançar. Aos poucos, fomos nos aproximando, ele me tocava nos braços e eu apertava os músculos dele. A troca de olhar começou a ficar mais intensa, parecia que ele arrancava a minha roupa só me observando e isso me deixava com mais tesão. Chegando mais perto, ele me abraçou e começamos a nos movimentar juntos. Ele segurava a minha cintura com firmeza e roçava sua barba no meu ombro, me deixando louca. Eu apertava cada vez mais seus braços e me deixava ser levada por ele. Minha vontade de beijar aquela boca, segurar seu cabelo castanho e tirar sua roupa estava me dominando. E pelo jeito, estava deixando ele louco também.
Aquele estranho se afastou de mim, olhou nos meus olhos e me beijou. Um beijo quente, daqueles que aparecem em filme. Eu me entreguei, me apertei nele e segurei seu cabelo para que ele pudesse chegar ainda mais perto de mim. Eu estava extremamente excitada e pude sentir sua excitação na minha virilha. Parecia enorme e a minha vontade era de arrancar sua roupa ali mesmo e fazer de tudo para apagar nosso fogo.
Louco de tesão e ofegante, ele me perguntou como eu havia ido para a festa. Por sorte, eu tinha ido de carona e ele estava com seu carro. Novamente ele abriu aquele sorriso sedutor, pegou minha mão e perguntou se eu estava ‘a fim de ir embora’. Nunca havia feito isso antes, mas estava com tanta vontade de sair com ele que aceitei. Fomos até o estacionamento, estava escuro e vazio. Nem eu, nem ele, queríamos mais nos segurar.
Aquele garoto mascarado me empurrou na porta do carro e me beijou, levantando minha saia e me acariciando por cima da calcinha. Ansiosa, empurrei-o e pedi que abrisse a porta de trás do carro, o que ele fez rapidamente. Entrei e chamei-o. Sentei em seu colo e comecei a beijá-lo bruscamente, como nunca havia feito, e ele fez o mesmo. Pedi que ele tirasse a mascara, mas ele só me respondeu com um ‘tsi tsi’, mexendo o dedo em sinal de negativo. Aquilo me deixou louca e eu o deitei no banco e comecei a tirar sua roupa e a minha. Depois de estarmos completamente nus, iniciei um caminho por seu corpo. Seu membro estava duro e eu queria chupá-lo inteiro. E eu o fiz. Chupei até que ele não aguentasse mais e gozasse. Depois ele me deitou e fez o mesmo comigo. Beijou cada parte de meu corpo. Acariciava meu seio e mordia meu mamilo enquanto me penetrava com seus dedos ágeis. Meu corpo se contorcia de prazer e rapidamente cheguei ao ápice.
Coloquei-me de joelhos e lentamente comecei a beijá-lo e a levantar sua máscara, ele segurou minha mão, sentou e me colocou em seu colo, me penetrando com seu mastro e me fazendo gemer. Movimentando-me para cima e para baixo, eu o conduzia. Primeiro devagar e depois mais rápido. Cavalgava naquele estranho e me sentia uma mulher de verdade. Ele apertava meus seios e eu arranhava seu peitoral. O orgasmo foi incrível, chegamos juntos e paramos, olhando um ao outro.
Com um olhar de culpa e tesão ao mesmo tempo, ele me colocou sentada ao seu lado e pediu que eu retirasse minha máscara e depois a dele. Quando vi quem era levei um susto. Eduardo, meu melhor amigo havia acabado de me dar a melhor noite de sexo que eu já tive. Fiquei vermelha e sem reação. Ele só olhava para mim. De repente percebi o quanto eu queria repetir a dose. Abri aquele sorriso, pulei novamente em seu colo, beijando-o com prazer e fui correspondida. Aquela noite foi a primeira de muitas que passamos juntos.

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