Lembranças são eternas!

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Eu flagrei o meu marido com outra na cama. Foi uma experiência horrível para mim, não desejo para ninguém, você se sente a última das mulheres. Mas ao contrário da maioria, ao invés de chorar, eu queria me vingar.
Logo depois do ocorrido, ficamos um tempo separados e ele me ligava todos os dias para reatarmos. Minha vontade era nunca mais voltar para ele, afinal, tenho meu dinheiro e não dependo dele para nada. Mas como eu queria dar o troco, resolvi voltar. Não posso dizer que o sexo não era
bom nas primeiras semanas, ele estava mais fogoso, vivia me agradando, dizia que me amava e transava comigo do jeito que eu queria. Porém, não tardou para ele já começar a relaxar e o casamento voltar a ser o que era. Com isso, o meu desejo de vingança só aumentou.
Um belo dia, para mostrar a todos que estávamos bem – meu marido se preocupava muito com o que os outros pensavam – programamos um churrasco à beira da piscina. Seria a minha grande chance. Fiz questão de convidar dois amigos meus, o Rodrigo, muito gato, e o Fábio, o mais gostoso.
Na noite anterior, coloquei uma filmadora digital no nosso quarto, escondida dentro do meu guarda-roupa, pronta para ser usada. Separei o meu menor biquíni, a minha saída de banho mais transparente e, para completar, o perfume mais sedutor que tinha.
No grande dia, eu me sentia exuberante e respondi a todos os olhares que os meus amigos me davam. Fazia questão de passar bem próximo a eles, esbarrando a minha bunda, segurando em seus braços, ou dando um jeito do meu peito tocar o deles.
Na primeira oportunidade que tive, marquei com os dois, em momentos diferentes, para se encontrarem comigo no meu quarto em quinze minutos, alegando que eu tinha algo muito sério para falar. Pedi que não comentassem com ninguém. Feito isso, fui até o meu quarto, preparei a
filmadora e aguardei.
Como eles não desconfiavam de nada e não sabiam um do outro, apareceram na hora marcada. Assim que entraram, primeiro o Fábio, depois o Rodrigo, tranquei os dois comigo no quarto e disse na lata:
– Eu quero transar com os dois! – e coloquei a chave dentro do meu iquíni, na parte debaixo.
A primeira reação de ambos foi a de negação, mas a história começou a mudar depois que eu tirei o sutiã. O que eles poderiam fazer? Berrar? Me bater? Chamar pelo meu marido? Estávamos todos numa situação em que vai ou racha. Empurrei o Rodrigo para a cama e subi nele, dizendo:
– Quer pegar a chave? Então, você sabe o que tem que fazer. – coloquei a minha mão sobre o seu pênis e apertei levemente.
Rodrigo ficava falando que eu estava louca, que não podia fazer aquilo, que era errado… mas a surpresa partiu de Fábio que, num movimento rápido, puxou os meus cabelos para trás e beijou a minha boca, cheio de tesão.
Eu estava lá, em cima do Rodrigo e beijando o Fábio. Daquele em momento em diante, nada mais precisou ser dito. Fábio me jogou na cama e puxou a minha calcinha. E ao invés de pegar a chave e abrir a porta, ele abriu bem as minhas pernas e começou a me chupar. Vendo aquela cena, Rodrigo tirou a roupa e colocou o seu membro pesado e duro na minha boca. Eu aceitava tudo, estava adorando tudo. Uma loucura que começou com uma vingança estava se transformando numa das minhas maiores transas!
Fábio, depois de me fazer gozar com a sua língua, trocou de lugar com o Rodrigo. Eu comecei a chupar aquele mastro com gosto, como se estivesse com sede do que ele poderia me oferecer. Rodrigo me pegou pelas pernas e meteu fundo dentro de mim, fazendo com que eu soltasse um grito, não de dor, mas de prazer, muito prazer.
Como eu estava completamente louca de tesão, pedi para ser penetrada pelos dois ao mesmo tempo. Sempre adorei sexo anal, mas nunca tinha feito com um outro cara me comendo pela frente. Aquele era o momento perfeito.
Fábio deitou-se sobre o colchão e eu o montei – o pênis dele era muito grande e eu senti até um pequeno desconforto, mas não me importei. Eu estava implorando para ser penetrada por trás por Rodrigo, que respondeu na hora. Quanto mais a gente trepava, mais eu gostava, mais eu
comandava o ritmo da transa. Rodrigo me apertava forte pelos quadris, enquanto Fábio chupava meus seios. Eram antas mãos, tantas bocas, que eu me vi perdida naquele mar de prazer.
Não sei dizer quanto vezes eu gozei, mas posso garantir que foi o melhor sexo que já fiz na vida. Depois de tudo, eles saíram do quarto e eu fiquei para tomar um banho. Em seguida, fiz as minhas malas, coloquei a filmadora sobre a cama repleta de sêmen, com um bilhetinho: “Lembranças são eternas”. E saí de casa, para nunca mais voltar para o meu marido.

Leia amanhã: “Loucuras na festa à fantasia”

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