Aula de volante

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Sempre tive uma queda por homens mais velhos, desde que tive um caso com um antigo professor. Adorava que eles fossem mais experientes, mas gostava mais ainda quando acreditavam que eu era inocente. Foi quando eu fiz 20 anos que resolvi tirar minha carta de motorista. Papai era superprotetor e não me deixou ter aulas antes de eu entrar na faculdade, achando que iria me atrapalhar.
Quando fui escolher uma autoescola, uma amiga contou que onde ela havia feito tinha um cara lindo, mais velho, bem do meu tipo. Eu não perdi tempo, fui lá no mesmo dia e procurei pelo Vinícius. Quando o vi entendi o que minha amiga falava. Ele era alto, magro, mas musculoso, tinha cabelo preto (com alguns fios brancos), aparentava ter uns 40 anos. Do jeito que eu gostava. Toda inocente fui falar com ele, contei que uma amiga lhe indicou e que eu gostaria de ter aula com ele. Contrato fechado.
Em todas as aulas fui super preparada, calça apertada e regada bem decotada. Sabia que eu chamava atenção, mesmo ainda com cara de inocente, tinha um corpo perfeito, ia à academia todos os dias desde meus quinze anos. Conversávamos sobre tudo, afinal, passávamos duas horas sozinhos num carro, até que o assunto rumou para namoros e rolos e, enfim, sexo. Contei algumas experiências mais inocentes e ele me contou de algumas bem picantes. Na hora fiquei excitada e ele também. O tom da sua voz ficou mais intenso e seu olhar mais penetrante.
Achei que era a hora certa para confessar que gostava de homens mais velhos e que ele era exatamente meu tipo. Ele ficou meio desconcertado, acho que não esperava tanta sinceridade. Perguntei se ele conhecia algum lugar ali perto, para que pudéssemos treinar com mais tranquilidade e ele me indicou o caminho. Quando chegamos à rua tranquila, mas ainda sim com algumas pessoas, eu estacionei o carro e perguntei se ele tinha ficado bravo com o que lhe contei. Ele disse que não, ‘na verdade eu confesso que gosto de plateia e só de imaginar eu fiquei louco de vontade de fazer isso’ e me beijou. Aquilo foi incrível, ele me beijava e me acariciava. Senti que seu pau estava ficando duro, foi quando eu abaixei na sua frente e comecei a lambê-lo. Já nem ligava se tinha gente olhando. Segurava seu membro com força e enfiava o quanto podia na minha boca, bem lentamente, deixando ele louco. Depois de gozar, ele me levantou e me sentou no seu pau, enfiando ele bem fundo dentro de mim, me levantando e abaixando, bem lentamente, enquanto apertava minha cintura e lambia meus seios, dando leves mordidas em meus mamilos.
Eu me arqueava de prazer, o pênis enorme dele ia fundo em mim e me deixava louca. Ele começou a aumentar o ritmo e alguns minutos depois nós dois gozamos. Vinícius empurrou seu banco para trás e me empurrou para que eu ficasse encostada no painel do carro e abriu minhas pernas, colocando sua língua bem no meu clitóris e me chupando até que eu não aguentasse mais e chegasse ao orgasmo. Quando olhei para o lado, vi que algumas pessoas estavam olhando, mas nem liguei, na verdade adorei. Aquele homem me ensinou coisas novas durante algumas aulas, inclusive que pode ser muito prazeroso sexo em público e com plateia.

Leia amanhã: “O apartamento do prazer”

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