Amor sob o pé de manga

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Foi numa festa de família, na fazenda de um tio, que revi Juliano, um primo com quem não me encontrava havia pelo menos 15 anos.
– “Mariana, é você?” – ele perguntou.
– “Oi, Juliano!”
Nossos últimos encontros haviam sido na casa de nossa avó, já falecida. Éramos crianças naquela época, tínhamos 8 e 10 anos. Meses depois, após a morte da matriarca, os pais de Juliano haviam resolvido se mudar de estado, o que acabou nos afastando.
– “Puxa, Mariana, a gente era tão grudado, você se lembra?”
Sim, eu me lembrava. Na infância, adorava a companhia do meu primo. Éramos até parecidos: loirinhos, de olhos claros. Seus traços continuavam bonitos, mas ele não era mais o menininho franzino de antigamente. Estava encorpado, tinha agora 25 anos e media quase 1,90m. Eu é que havia ficado mignon, com meus 1,58m. Eu sabia que Juliano havia se casado e se separado.  Ouvia comentários de que ele tinha fama de galinha, mas não era pra menos: o moço exalava um charme fora do comum! Embora eu fosse noiva e o Maurício estivesse na festa, não conseguia ficar indiferente aos encantos de Juliano.
– “Mariana, você ainda gosta de catar no pé como antigamente?” – ele indagou.
Confesso que nunca mais havia tentado, mas fiquei ansiosa diante da possibilidade de passar uns momentos a sós com ele. Para isso, dei uma desculpa para o meu noivo e corri para o pomar com Juliano. Quando chegamos lá, ele reclamou do calor e tirou a camisa. Notei seus músculos bem definidos e o volume avantajado do seu pênis dentro do jeans. Ele reparou que eu havia prestado atenção nisso e me lançou um sorriso safado. Então, tirou um canivete do bolso, pegou uma manga, cortou um pedaço e o aproximou de mim. Entreabri os lábios para provar a fruta, mas foi sua língua que minha boca encontrou. Nos beijamos com vontade, com fome, com fúria! Ele me chamava de gostosa, de tesuda, de delícia. Eu tremia dentro do vestido, desejando ser possuída por aquele homem sedutor. O pomar ficava a uma distância de 800 metros da casa principal, onde toda a nossa família estava reunida, incluindo meu noivo. Mas isso não foi obstáculo para a gente se amar ali mesmo, no mato. Juliano me jogou no chão, suspendeu meu vestido e lambeu minha vagina com uma habilidade que eu desconhecia. Também chupou meus seios com força e ganhou o melhor sexo oral que eu consegui lhe proporcionar. Ele tinha um pênis grosso e enorme, o que só aumentava meu tesão. Nossa transa foi uma loucura! Fiquei de quatro, de lado, por cima, até de pé! Sentia medo de ser flagrada, mas o desejo de ser devorada inibia qualquer receio. Gozei várias vezes, mas pedi a ele para explodir de prazer sobre meu rosto e meus seios. Ele me atendeu! Me limpei com as folhas da mangueira e voltei para a companhia do meu noivo toda suada e despenteada, mas completamente satisfeita. Hoje, uma semana depois, posso dizer com todas as letras: transar com meu primo foi a melhor experiência da minha vida!

Leia amanhã: “Delícias na escola de natação”

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