A filha da vizinha

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Sou casado 18 anos e apesar de gostar de minha esposa tenho sempre a sensação de ser solteiro. Não ando procurando nada, porém, mesmo sendo meio coroa, às vezes, noto que uma ou outra mulher me olha diferente. Masprefiro não ser presunçoso e muitas vezes deixo passar. Isso até que conhecer a Talita. Quepedacinho de menina virando mulher, lábios carnudos sempre úmidos e rosados, mas proibidos para senhores. Uma verdadeira chave de cadeia. Ela tinha dezessete anos, mas apesar da idade, notava que algo em mim chamava-lhe a atenção a ponto de um amigo próximo me falar que tinha notado ela mordendo os lábios e fazendo um comentário ao pé do ouvido de uma amiga dentro do supermercado do bairro, onde havíamos nos encontrado, mais precisamente na fila do caixa num domingo ensolarado. Vi que estavam com muitas sacolas e gentilmente ofereci uma carona, pois ela morava na rua paralela a minha e até dava para ver sua casa. Ela prontamente aceitou, mas para meu espanto, sua amiga quis ficar. Meu amigo, esperto, também se despistou e acabou me deixando sozinho com ela. Sem jeito fui me dirigindo até sua casa, mas durante o trajeto ela pediu que lhe emprestasse um blazer para que o irmão dela a acompanhasse numa festa que teria a noite. Prontamente disse que sim e falei que ia levar para ela, que rapidamente se prontificou em buscar na minha casa. Confuso e sem jeito, falei tudo bem. Era um fim de semana que eu estava só, pois minha esposa tinha saído na companhia de sua irmã e voltaria bem tarde, pois haviam combinado de participar e ajudar num destes chás de bebê. Almocei e quando já estava para tirar um cochilo, tocou a campainha. Fui ver quem era e quase caí de costas: era ela dentro de uma minissaia deixando a mostra suas coxinhas pálidas e roliças. Instantaneamente, meu pau quis romper o tecido mole da minha bermuda, então tentei esconder, mas foi em vão. Ela já olhava com aquela cara de “pidonha”, e disse: “vai me deixar plantada aqui?”. Abrio portão e ela entrou. Fui em direção a porta e ela atrás, decidida. Mas aí eu disse que não estava certo por causa da idade dela. Foi quando ela me contou que havia feito dezenove anos, e só aí me dei conta de como passa rápido. Num ato afoito, ela veio com aquela boca gostosa e olho morteiro na minha direção, subindo na ponta dos pés devido nossa diferença de altura. Não resisti e comecei a beijá-la intensamente, descendo pelos seios, barriguinha e depois de tirar aquele pedacinho de pano vi que ela estava sem calcinha. Levantei-a pelos cotovelos e la se enlaçou em minha cintura, já com habilidade encaixando meu modesto membro, mas grosso, na sua quente e úmida xaninha, que encaixava, certinho. Me senti um adolescente enquanto ela falava que estava fantasiando dar para este coroa já havia tempo… Tireia roupa dela e comecei a chupá-la a ponto dela ter gozado várias vezes. Voltei a penetrá-la, só que dominando-a, a virei de costas de maneira a se escorar na cadeira que estava perto. Penetrei-a com muito vigor e gozamos juntos… Ah,que delicia sentir e ouvir as bobagens que ela falava. Muitas saudades, pois nunca mais fizemos novamente, embora ela sempre me perguntasse se podíamos repetir, mas optei por parar ali, temendo não ter mais controle da situação.

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