15 dicas para ampliar os ambientes

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Profissionais dão dicas de como fazer aquele pequeno ambiente se transformar em um lugar espaçoso. Confira!

1. Fazer mais com menos

“Seja para realizar projetos com menos custos, economizar espaço ou não desperdiçar os recursos naturais, a solução está na criatividade e flexibilidade”, afirma o arquiteto e urbanista Gustavo de Oliveira Rosseto.

2.Contraste

Gustavo conta que o ideal são móveis em cores que não contrastem muito com as paredes, pois não delimitam os espaços, dando a sensação de continuidade e amplitude.

3. Não dividir

Segundo Gustavo, ambientes fluidos, sem muitas divisões, proporcionam continuidade, conferindo a impressão de aumento.

4.Organização

“A ordem nos espaços também causa grande diferença”, comenta Gustavo. O excesso de objetos e móveis espalhados não é desejável, pois atrapalha a circulação e polui o ambiente visualmente.

casinha branca

Thinkstock/Getty Images

5. Luminosidade

A iluminação é essencial para a sensação de um ambiente maior. A arquiteta e urbanista Luiza Lutti Pinheiro Machado, aponta que é sempre bom pensar em pontos de luz estratégicos, como spots e luminárias.

6. Se a construção já foi feita

Quando a estrutura já está pronta, a arquiteta e designer de interiores Lisiani Domeneghetti Chaves sugere que o uso adequado de móveis, piso e cores proporciona um espaço mais agradável e confortável.

7. Janelas e cortinas

Luiza também sugere dar atenção especial para às janelas, utilizando cortinas com tecidos leves e claros, permitindo que a iluminação natural contemple o ambiente como um todo.

8. Pé-direito

A altura do chão ao teto, chamada de pé-direito, não deve ser baixa. Caso isso ocorra, Lisiani sugere que o ideal é não rebaixar o teto ainda mais com gesso, mas utilizar molduras.

9. Piso

Luiza explica que o melhor é optar por pisos maiores e de cores claras, procurando padronizá-los entre os ambientes comuns, como sala e cozinha integrados. Isso proporcionará uma continuidade aos espaços. Variar muito o tipo de piso nesses casos pode acabar fragmentando ainda mais os ambientes.

10. Móveis

Dar preferência a móveis que possam abrigar mais de uma função, como pufes que podem servir de apoio para os pés ou até mesmo como mesas, e que também podem ser facilmente guardados embaixo de aparadores ou mesas de centro, desobstruindo a passagem quando não estão sendo usados é uma dica da arquiteta Luiza. Ela ressalta que, às vezes, móveis maiores que tenham mais de uma função são mais eficientes que várias peças pequenas espalhadas pelo ambiente, que acabam ocupando uma área de circulação maior.

11. Desde o projeto

De acordo com a arquiteta e designer de interiores Lisiani, a preocupação com a composição de um ambiente deve começar logo no projeto arquitetônico, para que iluminação, ventilação e layout fiquem adequados.

12. Utilização vertical

Os móveis planejados com portas de correr, ou os mobiliários modulares, são outra ideia de Luiza. Eles podem ser uma boa saída, pois priorizam a utilização vertical dos cômodos, com a ajuda de prateleiras, cantoneiras e estantes que organizam os ambientes.

13. Flexibilidade

O arquiteto também indica que ambientes e móveis flexíveis podem ser uma ótima opção. Por exemplo, uma sala pode se transformar em um escritório com pequenas mudanças e os móveis podem ser planejados para cumprir várias funções.

14. Espelhos

A utilização de espelhos também é uma ótima alternativa para ampliar os espaços, pois garantem a sensação de que o ambiente se estende.

15. Cores

Os tons pastéis e mais claros dão maior sensação de profundidade, já que refletem mais a luz. Luiza aconselha que, se desejar aplicar alguma cor mais forte e de tom um pouco mais escuro, é melhor que seja apenas em uma parede. Lisiani prefere que as cores fortes e vibrantes fiquem para os detalhes como pufes, almofadas, enfeites e poltronas.

 

Texto: Beatriz Albuquerque

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