Entrevista: Rafael Cardoso fala sobre o assédio dos fãs

Rafael Cardoso em coletiva de Lado a Lado

Foto: Estevam Avellar / Rede Globo

Ele é lindo, competente e faz o maior sucesso com a mulherada! Apesar do assédio das fãs e da imprensa, Rafael Cardoso afirma que leva a vida da melhor forma e garante não se importar com isso. “A gente tem que aprender a lidar com as coisas”, confessa o ator de 27 anos. Neste bate-papo com a Guia da TV, Rafael também fala sobre a relação com a esposa, a também atriz Mariana Bridi, e comenta sobre o  desafio de trabalhar em uma novela de época. Confira:

Guia da TV: O assédio da imprensa te incomoda?
Rafael: “Eu nunca sofri com invasão. Acho que depende de como você se coloca. Tem, claro, paparazzi. Mas eu levo a minha vida do meu jeito. Isso não me incomoda. A gente tem que aprender a lidar com as coisas. Quando você deixa qualquer coisa te incomodar, aí você não vive mais.”

Guia da TV: Você tem alguma história curiosa de fãs?
Rafael: “Tem. Essas histórias de fã, maluca, aficcionada, de seguir carros… Uma vez estávamos no Amapá e precisamos sair escoltados, com carro de polícia. E as fãs nos seguiram, foram no aeroporto, quebraram o vidro do carro e vieram pra cima da gente.”

Guia da TV: E como sua mulher lida com todo esse assédio em cima de você? É tranquilo pra ela?
Rafael: “É o meu trabalho, faz parte. Não tem o que fazer.”

Guia da TV: Vocês se conheceram onde?
Rafael: “Eu e Mariana nos conhecemos por amigos em comum, em um restaurante.”

Guia da TV: E já cogitam um herdeiro?
Rafael: “Mais pra frente.”

Guia da TV: Como veio o convite para participar de Lado a Lado?
Rafael: “O Dennis Carvalho me convidou quando eu estava terminando a novela A Vida da Gente. Depois eu conheci o personagem e confirmei minha participação.”

Guia da TV: E para a novela, teve alguma outra preparação?
Rafael: “Sim, tivemos vários workshops para falar da época, da Belle Époque, para a construção do personagem, para você ter conhecimento do período. Por exemplo, naquela época não se falava como falamos hoje, tinha a valorização da palavra, toda elegância, costumes, e isso precisava ser mostrado pra gente.”

Guia da TV: Você prefere fazer tevê, teatro ou cinema?
Rafael: “Eu acho que são diferentes e gosto de todos. Eu acredito que cada um tem uma motivação de trabalho diferente. Eu naõ gosto de pensar gosto mais desse ou daquele, porque senão a gente fica com preguiça de alguma coisa. Eu gosto dos três. Acho que aprendo coisas com a televisão, gosto da profundidade que temos no teatro e no cinema a gente consegue juntar as duas coisas, que é o audiovisual e a profundidade, porque você tem um tempo maior, para criar um personagem, sair buscar mais referências. Mas eu gosto do meu ofício e faço os três tipos de trabalho.”

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