Entrevista com Fausto Silva

Faustão está no ar há mais de 20 anos e continua bombando a audiência nas tardes de domingo. O apresentador conta que o segredo do sucesso é sempre querer mais e, assim, oferecer ao público conteúdos diversificados. No seu domingão, há música, famosos, cassetadas… Fora da telinha, Faustão tenta levar uma vida normal, mas conta que é difícil se desvincular da imagem da TV. Saiba mais sobre esse grande apresentador!

 

Confira a entrevista com Fausto Silva

Foto: Zé Paulo Cardeal / Rede Globo

 

Guia da TV: Como você faz para que o programa tenha fôlego para aguentar os 52 domingos do ano?
Faustão: “É um programa que você tem sempre que renovar. Precisa sempre querer mais. Se não tiver esse espírito, não consegue ficar 24 anos no ar fazendo um programa para todas as classes e idades no dia em que há a maior concorrência da tevê”.

 

Guia da TV: E quais são os planos para o Domingão esse ano?
Faustão: “Sei que de repeteco tem o Quem Chega Lá e o Dança dos Famosos. O resto é tudo coisa nova. Mesmo com quadros que dão audiência, a gente precisa renovar. Se você vai esticando, esticando, chega uma hora em que ninguém aguenta mais. É bom tentar coisa nova”.

 

Guia da TV: Como é a sua rotina?
Faustão: “Tenho uma vida normal. Se a gente começa a acreditar que é rei e rainha, se ferra. Vai no cemitério que você encontra um monte de rei e rainha! Tem que ter noção. Não sou melhor nem pior, tenho só um jeito diferente”.

 

Guia da TV: E como estão as questões sobre a cirurgia?
Faustão: “Fiz a cirurgia há dois anos e meio. Ela ajuda, mas não resolve o problema. Você precisa estar ligado na alimentação, em fazer exercício. Não é como muita gente pensa, que faz e já sai tomando leite condensado na lata, comendo panetone todo dia. Tem de manter a linha, senão volta”.

 

Guia da TV: Na sua casa, quem impõe os limites: homem ou mulher?
Faustão: “Ah, os dois. Lá é tudo conversado, direitinho. Senão, os moleques atropelam a gente. O nível de informação da criançada hoje é absurdo. Tem que trombar na área mesmo. Eu, quando criança, vestia a roupa que me davam, tudo era festa. Hoje, não, eles exigem a roupa que querem. Tem que dar uma enquadrada neles”.

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