Emagrecer sem gastar

Emagreça economizando

Foto: Thinkstock/Getty Images

Sabe aquela frase “tudo o que é bom engorda”? Pois é, por muito tempo ela foi empregada para classificar a macarronada de domingo ou o delicioso prato de arroz com feijão, salada e carne que consumimos no dia a dia. Tanto que ainda hoje é comum vermos mulheres que querem emagrecer trocando as comidas que habitualmente estão em sua mesa por alimentos que são, via de regra, mais caros e muito menos saborosos. O resultado de tanta falta de prazer na hora de alimentar-se você já conhece: a dieta fica difícil de seguir e a perda de peso não vem.

Fazendo oposição a esses programas de emagrecimento, que sugerem ingredientes muito sofisticados, a alimentação baseada na cesta básica é uma opção econômica de reduzir medidas porque inclui nas refeições alimentos presentes na compra básica dos brasileiros. O princípio é simples: é muito mais fácil você emagrecer comendo aquilo que gosta e está habituada do que se aventurar em pratos nos quais o único benefício é ser pouco calórico. Afinal, o que engorda não são os protagonistas dos pratos do dia a dia, mas sim exagerar na quantidade deles.

Muito mais barata
Se a falta de prazer à mesa é um empecilho superado na dieta da cesta básica, outro problemão dos programas de emagrecimento que também pode ser riscado da sua lista é o alto custo. Quem já tentou fazer uma dieta sabe que o gasto com os produtos indicados nos cardápios é capaz de desanimar a mais esforçada das mortais. Sendo assim, nada melhor do que emagrecer fazendo uso dos alimentos que já estão na sua lista de compras. E se por acaso você sentir falta de algum produto na sua despensa, fique tranquila: todos os alimentos sugeridos podem ser encontrados facilmente no mercado ou na quitanda. Combinando economia com praticidade, não vai sobrar excesso de peso para contar história.

Par perfeito
Os alimentos presentes na cesta básica possuem propriedades nutritivas importantes para a sua saúde. Para melhorar, muitos dos alimentos sugeridos nesse programa de emagrecimento se complementam em termos nutricionais.
Veja só o caso do tradicional arroz com feijão: o primeiro é carente de um aminoácido chamado lisina, que é encontrado em abundância no feijão. Em contrapartida, o feijão não possui metionina, que o arroz tem para dar e vender.
Os benefícios dessa dupla dinâmica ainda não param por aí: enquanto o feijão é considerado um dos alimentos mais ricos em proteínas do reino vegetal, o arroz é fonte de carboidratos, responsáveis por proporcionar a energia de que o corpo precisa para manter suas atividades a todo vapor.

Macarrão pode!
Isso mesmo. O macarrão com molho de tomate e um pouquinho de queijo ralado por cima não só é permitido na dieta como também faz bem para a saúde: o tomate possui licopeno, que previne câncer, já a massa é fonte de energia. Mas, como sempre, ficam algumas dicas para não transformar o mocinho em vilão.

Passe longe das massas com molho branco e rosê, que possuem creme de leite. Essa delícia é sinônimo de gorduras demais e nutrientes de menos. Para finalizar, coloque apenas 1 colher (chá) de queijo ralado comum ou rale um pedaço grande de queijo de minas light. E se você quiser dar uma turbinada nessa delícia, invista nas massas integrais. Elas dão uma força no funcionamento do intestino e o sabor é o mesmo, pode apostar!

Na ponta do lápis
Se o segredo da perda de peso está em consumir os alimentos do dia a dia na quantidade certa, nada melhor do que ter em mãos um cardápio balanceado e uma lista de compra eficiente:

abacaxi
achocolatado
adoçante
alface
arroz
atum em água
aveia em flocos
banana
barrinha de cereais
café
carne
cebola
cereal matinal
chá de ervas
feijão
frango
gelatina diet
laranja
leite desnatado
lentilha
maçã
macarrão
mamão
molho de tomate pronto
óleo
orégano
ovos
pão integral
queijo de minas light
requeijão light
rúcula
sal
sardinha

 

Consultoria: Ângela Cardoso, nutricionista

 

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