Dieta oriental

Dieta oriental

Foto: Thinkstock/Getty Images

O cardápio de 1.200 calorias inclui o itokonnyaku. “É um macarrão na forma de bloco (tipo miojo) que tem de ser conservado em água para manter sua textura e consistência”, explica a nutricionista Roseli Ueno Ninomiya. Ao contrário do miojo, esse macarrão não tem como base a farinha, mas sim um tubérculo. “Ele é rico em água e o que dá sua consistência é o glucomanan. No estômago, o macarrão se expande e dá a sensação de saciedade”, acrescenta. O alimento não tem sabor e, de modo geral, absorve o gosto dos caldos que dão base ao prato. “Não é um alimento completo, deve ser consumido com outros ingredientes como verduras ou carnes, para que se torne uma refeição nutritiva”, orienta.

Destaques da dieta

“É um cardápio rico em fibras, que proporciona saciedade e opções saudáveis com menor teor de gordura, além da diversidade de verduras, legumes e frutas”, enfatiza a nutricionista. Outros itens de origem oriental que se destacam são o leite de soja, o chá verde e a gelatina de ágar. “É melhor comprar o leite natural vendido nas casas de produtos japoneses, pois a base dele é semelhante ao tofu e há melhor aproveitamento das isoflavonas”, comenta a nutricionista. Já a gelatina de ágar não tem calorias e é feita de alga. “Fornece aminoácidos que ajudam na saúde celular”, diz Roseli. E por fim, chá verde e gengibre, já conhecidos por suas propriedades termogênicas.

Cardápio

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